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AWS Console-to-Code

Já imaginou transformar todas as ações e cliques realizados na Console da AWS em código? O AWS Console-to-Code consegue fazer isto dentro do serviço de EC2. Vamos entender melhor no Blog abaixo.

Darede auxilia Banco ABC Brasil a migrar sua estrutura para a nuvem AWS

A empresa participou do projeto que busca dar continuidade à transformação digital do Banco ABC Brasil. Confere aí! Barueri, 12 de setembro de 2023 – A Darede, empresa parceira nível Premier da Amazon Web Services, auxiliou o Banco ABC Brasil, banco múltiplo, especializado na concessão de crédito e serviços para grandes e médias empresas, na migração de seus sistemas e aplicativos para a nuvem.  O projeto, que faz parte de uma estratégia que visa dar seguimento à transformação digital pela qual o banco vem passando nos últimos anos, também tem o objetivo de  aumentar a eficiência, agilidade e segurança de seus processos internos, podendo assim melhorar a experiência de seus clientes. A jornada de migração para a nuvem foi promovida pela Darede, em parceria com a AWS, e permitirá que o Banco ABC Brasil reduza custos com manutenção e atualização de servidores e sistemas, permitindo que a empresa concentre seus esforços em projetos mais estratégicos. O banco poderá aproveitar os recursos da AWS, maior plataforma de serviços em cloud do mundo, para escalar seus aplicativos e serviços com mais facilidade, tornando-os mais flexíveis e ágeis.  “Estamos entusiasmados com o projeto, utilizaremos de toda expertise da Darede e da AWS para alavancar a transformação digital em nosso banco, especialmente nesse momento em que estamos entrando com novos produtos do mercado. Por isso, notamos a necessidade de um ambiente que possibilitasse avançarmos ainda mais.”, afirmou Renato Raiça, Head of IT Operations do Banco ABC Brasil. Já Marcelo Carazato, CMO e sócio da Darede, destacou a experiência da Darede com empresas do setor financeiro. “É um grande projeto. Foi bem interessante a aproximação com o Banco ABC Brasil, por meio da AWS, uma vez que a Darede já tem uma certa experiência no mercado financeiro e a ideia é facilitar a jornada do banco, bem como extrair o que a computação em nuvem tem de melhor.” 

Blog-Darede-5-ferramentas-de-fluxograma

5 Ferramentas de fluxograma

Entenda quais são as principais ferramentas de fluxograma existentes no mercado e como elas podem auxiliar o mapeamento de seus processos!

Desafios das mulheres na tecnologia

A porcentagem de mulheres no mundo da tecnologia ainda é pequeno, mas o futuro empolga! Veja o artigo da nossa #cloudspecialist Jessica Cardozo sobre o cenário do espaço feminino na TI! Apesar do crescimento, as mulheres ainda continuam sendo minoria em tecnologia. No entanto, felizmente encontramos cada vez mais projetos para capacitação e inserção de mulheres e mães na área de TI. Não é novidade que a mão de obra feminina sempre foi desvalorizada nessa área, mas nos últimos anos percebemos uma movimentação para mudar esse cenário. Mesmo com o aumento da presença feminina no mercado de tecnologia, ainda percebemos que é muito difícil uma mulher se firmar nessa área. De acordo com uma pesquisa da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e de Tecnologias Digitais (Brasscom), o Brasil deve chegar em 2025 com um déficit de quase 800 mil profissionais do setor. As mulheres são mais capacitadas e o maior público com graduação, e mesmo assim elas representam apenas 25% dos profissionais da área de tecnologia no Brasil. Segundo a pesquisa da Aliança Mundial de Informação sobre Tecnologia e Serviços, se houvessem mais mulheres na indústria tecnológica, cerca de 9 trilhões de euros poderiam ser gerados no PIB global! É nítido a falta que as mulheres estão fazendo no mercado de tecnologia, e perturbador saber quantos desafios elas enfrentam para atuar nessa área. Mas o que está acontecendo? Quais são as barreiras que essas mulheres estão enfrentando ao escolher o caminho tech? O primeiro desafio enfrentado pelas mulheres que desejam o mundo da tecnologia é a crença limitante de que o setor é apenas para homens, esse é um pensamento antigo, mas que infelizmente ainda continua enraizado na sociedade. O segundo desafio é o ambiente de trabalho, que por ser majoritariamente masculino, muitas vezes se torna desagradável, hostis e machistas para as mulheres trabalharem. Esse tipo de ambiente atrapalha o desenvolvimento, crescimento profissional e algumas vezes expõe essas mulheres ao temido assédio moral. O terceiro desafio é a desigualdade salarial entre homens e mulheres que atuam na mesma função. Segundo estudo da Revelo, plataforma de recrutamento em tecnologia, homens ganham em média R$ 1.000 a mais que as mulheres, mesmo exercendo a mesma função. Em média, enquanto um homem recebe R$ 7.300, uma mulher tem uma remuneração de R$ 5.900 exercendo a mesma função dentro da empresa. O quarto desafio enfrentando por mulheres de todos os segmentos do mercado é uma outra crença imposta pela sociedade de que os filhos são responsabilidades da mãe. Onde um homem quando é pai é intitulado um bom candidato por ser um “pai de família responsável”, já uma mulher quando é mãe é intitulada uma candidata ruim, pois “tende a faltar muito ao trabalho por causa dos filhos”. Veja o quão injusta é a sociedade e o mercado em vários sentidos se tratando de igualdade entre homens e mulheres. Mais um ponto a se refletir é a questão da licença maternidade, onde muitas empresas desprezam a contratação de mão de obra feminina porque em algum momento aquela mulher pode se ausentar para se dedicar ao filho. Mas um filho é responsabilidade só da mãe? Os primeiros meses de um filho é tão importante para um pai quanto para mãe. Por que não oferecer a licença paternidade por um período igual? Essa ação já quebraria a barreira infeliz de que “uma mulher que planeja filhos não é boa para o mercado”. Esses dados mostram que apesar de ser extremamente importante a presença feminina na tecnologia, os desafios enfrentados por elas ainda são muitos. Precisamos nos movimentar em busca de um cenário mais justo para mulheres que anseiam não só pelo sucesso pessoal, mas também pelo profissional. Não podemos mais fazer divisões de “trabalhos de homens e trabalhos de mulheres”. As oportunidades devem ser dadas a todos, sem distinção de raça, cor ou sexo. As mulheres merecem mais respeito, inclusão e menos preconceito no mercado de trabalho como o todo e principalmente no de tecnologia. Atualmente temos várias empresas com iniciativas que oferecem oportunidades de trabalho exclusivas para mulheres de TI. Isso é incrível! As organizações estão finalmente compreendendo a necessidade de ter uma empresa mais diversa em todos os aspectos, e a diversidade em tecnologia é alcançada por meio de projetos focados na inclusão de mulheres em TI e espaços de trabalho mais saudáveis com oportunidades e remunerações iguais para todos. É preciso mudar a realidade nas organizações, o olhar igualitário independente do sexo. Essa mudança deve começar dentro das organizações e ir avançando como raiz sedenta por água pela sociedade. O acesso a informações de qualidade, qualificações e o apoio de iniciativas voltadas para mulheres vão trazer as profissionais que o mercado de TI tanto carece. Mulher é sinônimo de força e determinação, e na tecnologia temos grandes mulheres que contribuíram muito com a tecnologia. Mulheres na história da tecnologia Augusta Ada King — Foi uma matemática e escritora inglesa. Hoje é reconhecida principalmente por escrever o primeiro algoritmo para ser processado por uma máquina, a máquina analítica, o mais próximo do que seria um computador do século XIX. Ela desenvolveu os algoritmos que permitiriam à máquina computar os valores de funções matemáticas, além de publicar uma coleção de notas sobre a máquina analítica. Por esse trabalho é considerada a primeira programadora de toda a história. A contribuição e representação das mulheres na tecnologia se tornaram imensuráveis desde então. Fonte Wikipedia Grace Hopper – Foi almirante e analista de sistemas da Marinha dos Estados Unidos nas décadas de 1940 e 1950, criadora da linguagem de programação de alto nível Flow-Matic  – base para a criação do COBOL. Em 1954, Grace Hopper foi nomeada a primeira diretora de programação automática da empresa. Seu departamento foi responsável por promover algumas das primeiras linguagens de programação baseadas em compiladores. Fonte Wikipedia Hedy Lamarr – ‘Mãe’ da internet sem fio escapou do regime nazista e ficou famosa em Hollywood. Fez uma importante contribuição tecnológica durante a Segunda Guerra Mundial, uma co-invenção, com o compositor George Antheil, um sistema de comunicações para as Forças Armadas dos Estados Unidos que serviu de base para a atual telefonia celular. Em 1997, ela e George

Como obter minha primeira certificação em cloud ?

As certificações nas diversas áreas da TI são essenciais. No mercado de trabalho são muito valorizadas, principalmente porque demonstram o nível de suas habilidades em determinado assunto. 08/09/2023 Por Giovana Costa  O que são as certificações? Elas são documentos recebidos após você realizar um exame de certificação de uma determinada empresa. Ao passar neste exame, a mesma disponibiliza um certificado  que comprova que o indivíduo aprovado sabe de fato como utilizar suas tecnologias e serviços. Quando o assunto é Cloud Computing temos três grandes provedores, sendo: Amazon Web Services (AWS), Microsoft Azure e Google Cloud Platform (GCP). Esses que fornecem seus próprios exames de certificação para cada nível de usuário.  Quais certificações existem no mercado de Cloud Computing? O mercado tem uma gama relativamente grande de certificações, por isso, neste artigo irei focar apenas nas certificações dos provedores citados acima.  AWS Certified Cloud Practitioner (CLF-C02) Esta certificação de nível básico possui 65 questões variando de múltipla escolha ou múltiplas respostas. Ela requer que o indivíduo tenha um conhecimento geral da nuvem AWS. A prova exige que o participante saiba descrever e posicionar os serviços da AWS de acordo com os seguintes domínios: Computação Rede Banco de dados Armazenamento Microsoft Certified: Azure Fundamentals Já a certificação da nuvem da Azure possui em média 40 a 60 questões e também varia entre perguntas de múltipla escolha e perguntas com múltiplas respostas. Ela exige que seus participantes tenham domínio sobre os seguintes temas:  Descrever conceitos de nuvem Descrever a arquitetura e os serviços do Azure Descrever a gestão e governação do Azure Cloud Digital Leader  O exame de certificação do GCP conta com uma média de 50 a 60 questões, sendo elas de múltipla escolha e também de seleção múltipla. Para esta certificação é necessário que o participante tenha os seguintes conhecimentos: Conhecimento geral em Cloud Computing Conhecer os principais produtos e serviços do GCP Uma observação sobre este exame é que ele é o único dessa lista que não é oferecido em português, apenas em inglês e japonês. Como eu consigo uma certificação? Antes de comentar sobre como conseguir uma certificação, devemos entender que a maioria delas são pagas. Porém algumas empresas como a Microsoft e Amazon, oferecem programas e treinamentos que podem gerar cupons de desconto de até 100%. Bastando a pessoa interessada se inscrever nos mesmos!  Além das empresas, existem também organizações que oferecem treinamentos gratuitos para que você se prepare não só para o exame, mas também para o mercado! Dentre elas podemos mencionar a “Escola da Nuvem”, que oferece aulas gratuitas com laboratórios e professores disponíveis para tirar dúvidas. Como se preparar para a minha prova? Estude os conteúdos corretos! Para fazer isso, sempre que for realizar um exame de certificação faça a leitura do guia do exame. Nele você encontrará o objetivo do exame, a divisão da pontuação que deverá ser alcançada para aprovação e também os conteúdos que serão abordados. O guia do exame, na maioria das vezes, é oferecido na página para realizar o agendamento do exame.  Pratique! A experiência fará com que você conheça não só a parte teórica mas também a prática, então explore. Se você preferir estudar sobre esse mundo por conta própria, os provedores como AWS, Microsoft e Google, oferecem períodos de teste gratuitos em suas plataformaspor até 12 meses.  Além disso, faça conexões com pessoas que obtiveram a aprovação no exame, elas irão te auxiliar e poderão tirar suas dúvidas sobre a prova.  Live Cloudelas – Certificações: Por onde começar Giovana Costa Analista de Infraestrutura Cloud giovana.costa@darede.com.br Analista de Infraestrutura Cloud da Darede, Formada no Curso Técnico de Redes de Computadores na Escola SENAI de Informática. Buscando sempre aprimorar meus conhecimentos em Infraestrutura, AWS Cloud e Linux.

O que é o AWS DMS?

O que é AWS Database Migration Service (DMS)?  O AWS Database Migration Service (AWS DMS) é um serviço gerenciado da Amazon Web Services (AWS) que permite a replicação e migração de bancos de dados de forma fácil, segura e sem perda de dados. O DMS é compatível com migrações homogêneas, como de Oracle para o Amazon RDS for Oracle, e migrações heterogêneas (entre diferentes plataformas de banco de dados) como de Oracle ou Microsoft SQL Server para o Amazon Aurora.  Como o serviço funciona? Com o AWS DMS é possível optar por instâncias sob demanda ou utilizar a tecnologia sem servidor. O AWS Database Migration Service Serverless provisiona e gerencia a capacidade automaticamente.  Durante a migração as alterações realizadas no banco de dados de origem são replicadas continuamente no destino. Sendo assim,  o banco de dados de origem permanece operacional durante a migração, minimizando o tempo de inatividade de aplicações que dependem do banco de dados.   Após a conclusão da migração o banco de dados de destino permanece sincronizado com o de origem pelo tempo que for determinado, permitindo que a transição para o banco de dados ocorra no momento adequado.   O suporte é oferecido para diversos cenários, como: Do Oracle para o Amazon Aurora (compatível com MySQL), do MySQL para o Amazon Relational Database (RDS) para MySQL, do Microsoft SQL Server para o Amazon Aurora (compatível com PostgreSQL), do MongoDB para o Amazon DocumentDB (compatível com MongoDB), do Oracle para o Amazon Redshift e Amazon Simple Storage Service (S3). Principais componentes do AWS DMS  Instâncias de replicação: São máquinas virtuais EC2 que executam o software de replicação do DMS para extrair, transformar e carregar dados entre as origens e os destinos.   Endpoints: Representam as origens e destinos dos dados a serem migrados. Podem ser endpoints de banco de dados, como o Amazon RDS ou o Amazon Aurora; endpoints de armazenamento, como o Amazon S3; ou endpoints de mensagens, como o Amazon Kinesis.   Tarefas: São as configurações que definem a migração dos dados entre os endpoints. As tarefas especificam as tabelas a serem migradas, as transformações a serem aplicadas e outras opções de configuração.   Eventos: Permitem o monitoramento das tarefas e a captura de eventos relacionados à migração, como erros, conclusões, atualizações de status, entre outros.  Além disso, o AWS DMS inclui recursos como:   – AWS DMS Schema Conversion: Para converter esquemas e códigos-fonte;  – AWS DMS Serverless: Para provisionar, monitorar e ajustar automaticamente a escala de recursos de capacidade para uma migração com pouca intervenção humana.  Melhores práticas com o AWS DMS  É fundamental realizar uma análise detalhada das características do ambiente e das cargas de trabalho para definir a estratégia de migração mais adequada. Também é necessário um planejamento cuidadoso, incluindo a escolha dos endpoints corretos, a configuração das tarefas de migração e a definição de transformações de dados, se necessário.   Testes de migração em um ambiente propício são atividades relevantes antes de realizar a migração em produção. Assim, pode-se validar a funcionalidade dos dados e ajustar as configurações, caso se aplique.   Já durante a migração, monitorar as tarefas de migração e os eventos relacionados são fatores essenciais para a identificação de possíveis ocorrências e garantia no sucesso da migração. Billing e Free Tier  O AWS Database Migration Service (DMS) possui um modelo de pagamento baseado no uso. Os custos são calculados com base em fatores como o tipo e o tamanho das instâncias de replicação utilizadas, a quantidade de dados transferidos e a região da AWS selecionada para a migração.   Atualmente, o nível gratuito inclui até 750 horas de uso da instância Mono-AZ dms.t2.micro por mês durante um ano.   Na modalidade de instâncias sob demanda há um custo para as instâncias de replicação e por qualquer armazenamento de log adicional.   Thiago Marques Technical Account Manager thiago.marques@darede.com.br Technical Account Manager da Darede, formato em Rede de Computadores, e pós graduado em Segurança da Informação. Possui ampla experiência em Datacenters e Service Providers, além de ser um entusiasta em DevOps e mercado financeiro.

Sustentabilidade & Cloud

A empresa participou do projeto que busca dar continuidade à transformação digital do Banco ABC Brasil. Confere aí! 15/09/2023 Por Flávio Rescia Você certamente já ouviu falar no termo ESG? Talvez até saiba ou imagine o que significa, mas é bom entender bem, pois é um assunto importante, mas delicado e usar o termo inadequadamente, pode se tormar um problema. Essa sigla não é nova no mundo dos negócios, mas atualmente ela vem tomando conta do cenário corporativo mundial. Em inglês ela significa “Environmental, Social and Governance” e traduzindo para o nosso idioma ela representa a sustentabilidade ambiental, social e de governança corporativa.  Em um momento em que as mudanças climáticas vêm causando cada vez mais impacto em nossa sociedade, as empresas privadas e governamentais buscam investir e implementar processos que coloquem a sustentabilidade ambiental como um dos fatores preponderantes para a continuidade de seus negócios. É importante dizer que ESG engloba diversos outros aspectos como inclusão social e diversidade, mas vamos aqui nos centrar o item sustentabilidade, mais especificamente na sustentabilidade com o foco em tecnologia. Sustentabilidade e Tecnologia Diante de nosso cenário atual e de esforços como a política de carbono zero, que já conta com a adesão de muitas empresas, a tecnologia pode ser uma verdadeira aliada para atingir esses objetivos e, ao mesmo tempo agregar cada vez mais valor aos negócios. Uma prova disso é que a Amazon Web Services, em dezembro de 2021, introduziu um novo pilar de sustentabilidade em seu framework de boas práticas para um ambiente em cloud: o Well Architected. Criado em 2015, o Well Architected Framework busca ajudar os clientes a implementarem as melhores práticas em suas infraestruturas de cloud, para assim extraírem o melhor que a tecnologia tem a oferecer. Até 2021 ele era constituído por cinco pilares: Excelência Operacional, Segurança, Confiabilidade, Eficiência de Performance e Otimização de Custos. Hoje ele já conta com o novo pilar, agora voltado para a Sustentabilidade. Pilar de Sustentabilidade O pilar de sustentabilidade é o mais novo integrante do AWS Well Architected Framework e tem como princípio básico adaptar sua arquitetura a fim de maximizar a sustentabilidade e minimizar seu impacto ambiental. Um bom exemplo de sua utilização é a aplicação de serviços de machine learning para detectar comportamento anormal em máquinas industriais, possibilitando assim a manutenção preventiva e a redução de possíveis falhas que possam acarretar incidentes ambientais. Outro excelente exemplo é a utilização de instâncias com processadores de última geração, que são mais eficazes e economizam mais energia, como as instâncias AWS Graviton, que usam processadores ARM que garantem um maior desempenho, utilizando cerca de 60% menos energia.  O pilar de sustentabilidade do Well Architected Framework atua em 6 pontos:  A compreensão do impacto de sua estrutura; O estabelecimento de metas de sustentabilidade; O aumento da eficiência de seus workloads;  A atualização de hardwares e softwares; A utilização de serviços gerenciados; A redução do impacto downstream de suas workloads em nuvem.  A partir desses pontos, a AWS acredita que é possível reduzir o impacto ambiental do ambiente em cloud e garantir uma estrutura totalmente otimizada, eficiente, segura e sustentável.  É importante notar, que além do apelo ESG e o intuito de colaborar com o coletivo de nosso planeta, a aplicação práticas sustentáveis, traz com ela a redução de custo, já que serviços mais sustentáveis em nuvem, são também mais barato. São mais baratos pela eficiência energética é claro, mas também devido às políticas de redução de missão de carbono, e o conceito de crédito de carbono que faz com que governos incentivem em empresas que reduzem a emissão de carbono. O comprometimento da Darede com a Sustentabilidade A Darede segue um sólido empenho em impulsionar a sustentabilidade por meio do desenvolvimento de seus produtos e profissionais, incluindo no seu roadmap de desenvolvimento de médio e longo prazo, com ações incluindo: Treinamento de seus colaboradores nas melhores práticas de acordo com os princípios do Well-Architected. Desenvolvimento de ofertas de serviços em operações com foco em otimização do consumo de recursos, e redução do consumo energético e das emissões de carbono. Conscientização dos clientes sobre os seus workloads e como é possível otimizá-los para uma direção mais eficiente, tanto financeiramente quanto energeticamente. Assim, a Darede reafirma seu compromisso em liderar a transformação para um futuro mais sustentável, impactando positivamente tanto seus clientes quanto o meio ambiente. A Darede é o primeiro (e ainda único) parceiro da AWS é habilitada com “Parceiro Diferenciado de Well-Arcihtected”, esse selo foi em função da prática constante do método da AWS de boas práticas de uso de nuvem. Flavio Rescia Dias CTO & Co-Fundador da Darede flavio.rescia@darede.com.br Atuando desde 2006 no mercado de tecnologia, Flávio Rescia é um dos fundadores da Darede, empresa de consultoria de serviços de TI, na qual atua como CTO. Ele possui diversas especializações no setor, sendo a última a Certificação AWS Solutions Architect – Professional.

O que é o Amazon RedShift?

Nosso #cloudspecialist Thiago Marques está de volta para explicar o funcionamento de uma importante ferramenta da AWS: o Amazon Redshift

Entendendo o AWS Transfer Family

O AWS Transfer Family é uma ferramenta da AWS que pode te ajudar a sanar muitos problemas! Entenda de forma prática como ele funciona! 14/09/2023 Por Thiago Marques O pai ta on!! Nesse blog existem diversos posts falando sobre serviços, soluções e possibilidades, e hoje vamos falar de um serviço da AWS, que resolve problemas muito comuns, mas que muitas vezes acaba sendo deixado de lado: o Transfer Family. Neste artigo, vamos explorar o que é o AWS Transfer Family, seus principais recursos e opções, além de fornecer um guia passo a passo para criar um servidor SFTP (Secure File Transfer Protocol) com código Python utilizando a biblioteca boto3 e um template CloudFormation para provisionar um servidor SFTP.  Fonte:https://d1.awsstatic.com/cloud-storage/product-page-diagram_AWS-Transfer-Family_HIW-Diagram.4af0b3b19477f22bc7e37995c43cf833b6db0ce9.png O que é o AWS Transfer Family O Transfer Family é uma solução versátil e poderosa da AWS que simplifica significativamente o processo de transferência de arquivos para a nuvem. O serviço permite que você configure facilmente servidores de transferência de arquivos além de oferecer suporte a vários protocolos de transferência, incluindo FTP (File Transfer Protocol), FTPS (FTP Secure), SFTP e até mesmo APIs personalizadas.  Essas características abrem possibilidades que vão desde um compartilhamento de arquivos seguros entre uma fonte externa e sua conta na AWS, outras aplicações para a solução podem ser: Backup de dados: Garantir que os dados que estão no onpremises utilizem um conector criptografado para transferência segura; Compartilhamento de arquivos: Compartilhar arquivos de forma segura com clientes, parceiros e fornecedores. Soluções como bucket S3, podem até resolver essa questão, mas nesse caso vai precisar de controles externos, profiles ou (no pior dos casos) deixar o bucket público (desaconselho fortemente). Integração com aplicativos: Como o Transfer Family vai garantir que a transferência de arquivos pontuais, ou mesmo contínuos, é possível integrá-lo com S3 e o Event Bridge para iniciar processamento de arquivos automaticamente; Vantagens do AWS Transfer Family Facilidade de configuração: Ele elimina a complexidade da configuração e gestão de servidores de transferência de arquivos. Dessa forma o provisionamento e gerenciamento de servidores pode ser feito facilmente ou pela console, ou via IaC. Segurança: O serviço fornece recursos de segurança robustos, e possui compatibilidade com modelos de conformidade como o FedRAMP (Federal Risk and Authorization Management Program), além de incluir mecanismos de autenticação baseadas no IAM, ou mesmo customizadas com utilização de Secrets Manager e Lambda. Escalabilidade: Além de ser um serviço gerenciado, ele é altamente escalável, permitindo ajustes de capacidade conforme a necessidade da solução evolui. Observabilidade: Com sua integração com o CloudWatch, criar métricas, alarmes e até o traceback dos logs com o cloudwatch logs é além de simples, totalmente eficaz e eficiente para coletas daqueles registros detalhados solicitados em auditorias. Múltiplas formas de saída (outputs): Se pode armazenar os arquivos diretamente em um bucket no S3, proporcionando durabilidade e escalabilidade, além de integração com outros serviços da AWS, ou ainda garantir uma maior facilidade na aplicação com a utilização do EFS como outputs. Adicionalmente é possível utilizar scripts no Lambda para enviar/processar esses arquivos diretamente. Pontos de atenção com o Transfer Family Mesmo com diversas vantagens existem alguns pontos de atenção a serem observados.  O serviço não tem por padrão uma forma simples para utilização de clientes. Dessa forma é necessário a utilização de clientes que suporte SFTP/FTP para a transferência de dados, ou mesmo de uma aplicação que faça essa função, o que deixa o trabalho um pouco árduo para usuários que não possuem familiaridade com os clientes. Bônus: Solution Web Client Como disse, por padrão não existe uma forma simples de utilização do serviço, contudo a AWS desenvolveu uma solução de web cliente, garantindo vantagens como simplicidade, suporte a multi-client e gerenciamento dos arquivos (upload, download, rename e delete). A solução esta disponível em: Web Client for AWS Transfer Family, e basicamente um cloudFormation que faz deploy da estrutura abaixo: Ao final teremos uma página web (CRUD) com autenticação, gerenciamento e interação muito mais útil e eficiente. Comparação de preços Por ser um serviço gerenciado em comparação direta com as mesmas funcionalidades em um IaaS o Transfer Family acaba ficando com um preço mais elevado. Obviamente todo o custo em operação, administração e infraestrutura deve ser colocado na balança. Conduto, considerando uma m6i.2xlarge com 200G de TransferOut/mês, o Transfer Family teria uma vantagem financeira:  Obs.: Aqui não consideramos savings plans, nem reserva. Infra como Código Como sempre vamos ver um exemplo de código para criar o deploy em python: import boto3   # Cria o objeto de cliente do serviço transfer_client = boto3.client(‘transfer’)   # Parametros server_params = {         ‘IdentityProviderType’: ‘SERVICE_MANAGED’,      ‘Protocols’: [‘SFTP’],     ‘EndpointType’:’PUBLIC’,     ‘Domain’:’S3′,     ‘Tags’:'[{‘Key’: ‘Name’, ‘Value’: ‘SFTP by Python’}]’   }   # Crie o servidor SFTP response = transfer_client.create_server(**server_params)   # Imprima o ID do servidor recém-criado print(‘ID do Servidor SFTP:’, response[‘ServerId’]) Conclusão O Transfer Family é uma ferramenta valiosa, que simplifica a transferência de arquivos para AWS, gerando facilidade na configuração, a segurança com diversos frameworks de compliantes, e toda a integração que a AWS possui entre seus serviços. Xero no suvaco!! Be Happy!!! Thiago Marques Technical Account Manager thiago.marques@darede.com.br Technical Account Manager da Darede, formato em Rede de Computadores, e pós graduado em Segurança da Informação. Possui ampla experiência em Datacenters e Service Providers, além de ser um entusiasta em DevOps e mercado financeiro.

Darede auxilia Banco ABC Brasil a migrar sua estrutura para a nuvem AWS

A empresa participou do projeto que busca dar continuidade à transformação digital do Banco ABC Brasil. Confere aí! Barueri, 12 de setembro de 2023 – A Darede, empresa parceira nível Premier da Amazon Web Services, auxiliou o Banco ABC Brasil, banco múltiplo, especializado na concessão de crédito e serviços para grandes e médias empresas, na migração de seus sistemas e aplicativos para a nuvem.  O projeto, que faz parte de uma estratégia que visa dar seguimento à transformação digital pela qual o banco vem passando nos últimos anos, também tem o objetivo de  aumentar a eficiência, agilidade e segurança de seus processos internos, podendo assim melhorar a experiência de seus clientes. A jornada de migração para a nuvem foi promovida pela Darede, em parceria com a AWS, e permitirá que o Banco ABC Brasil reduza custos com manutenção e atualização de servidores e sistemas, permitindo que a empresa concentre seus esforços em projetos mais estratégicos. O banco poderá aproveitar os recursos da AWS, maior plataforma de serviços em cloud do mundo, para escalar seus aplicativos e serviços com mais facilidade, tornando-os mais flexíveis e ágeis.  “Estamos entusiasmados com o projeto, utilizaremos de toda expertise da Darede e da AWS para alavancar a transformação digital em nosso banco, especialmente nesse momento em que estamos entrando com novos produtos do mercado. Por isso, notamos a necessidade de um ambiente que possibilitasse avançarmos ainda mais.”, afirmou Renato Raiça, Head of IT Operations do Banco ABC Brasil. Já Marcelo Carazato, CMO e sócio da Darede, destacou a experiência da Darede com empresas do setor financeiro. “É um grande projeto. Foi bem interessante a aproximação com o Banco ABC Brasil, por meio da AWS, uma vez que a Darede já tem uma certa experiência no mercado financeiro e a ideia é facilitar a jornada do banco, bem como extrair o que a computação em nuvem tem de melhor.” 

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