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Well Architected – O framework de boas práticas da AWS

Entenda como funciona o Well Architected Framework, o conjunto de boas práticas da AWS! Artigo de Thiago Marques.

Por Thiago Marques
O pai ta on!!
O Well Architected Framework é um conjunto de boas práticas de arquitetura e procedimentos que foi ‘construído’ pela AWS, e lançado para o público em 2015 com 5 (cinco) pilares, e em 2022 foi lançado o sexto pilar, cada um com as suas práticas para garantir um workload seguro, eficaz e eficiente.
Nesse post vamos mostrar as bases dos principais pontos do framework.

Fonte:https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C5612AQGQnKgidb4Z9A/article-cover_image-shrink_720_1280/0/1643973357464?e=1659571200&v=beta&t=hplaIzbntbujQLVGSsx3zKqPaXnGBH4wKDEWlNhIBJI

Pilares

Cada pilar do framework foi idealizado com princípios, e todos tem como objetivo principal garantir:
• Mitigação de riscos;
• Tomada de decisões assertivas e fundamentadas;
• Entrega de aplicações mais rápidas;
• Sistema de aprendizado constante;

Os 6(seis) pilares existentes atualmente são:
1. Excelência Operacional: Que cobre sobretudo os processos e procedimentos para suporte da operação, que inclui desde o processo de mudanças (com alterações pequenas, reversíveis e constantes) até o processo de crise (que inclui a análise de causa raiz e lições aprendidas);
2. Segurança: Não existe pilar mais importante que outro, contudo o pilar de segurança acaba ganhando uma atenção diferenciada, sobretudo no momento de vulnerabilidade que estamos passando atualmente. Esse pilar com o foco na proteção dos dados e sistemas, e passa por questões como rastreabilidade, em design com foco em segurança e até em proteção de dados em trânsito e em repouso;
3. Confiabilidade: Ao ponto que excelência operacional esta com foco em processos e procedimentos, o pilar de confiabilidade tem o foco melhores práticas para a consistência de todo o ciclo de vida do workload. Essas práticas cobrem desde gerenciamento de automações para garantir as alterações com o mínimo de riscos, passando pelo conceito de elasticidade e disponibilidade, até questões de Plano de Continuidade de Negócios (PCN);
4. Eficiência de performance: Já no pilar de performance, o principal objetivo é garantir que se utiliza os recursos da forma mais produtiva, atual e eficiente possível. Isso inclui desde utilização de novas tecnologias, utilização de arquitetura serveless e sobretudo PoC de novas tecnologias.
5. Custos: Fechando os pilares clássicos, temos custos que talvez seja o mais simples de entender, onde o foco é garantir que se tenha um gerenciamento de custos saudável no workload, passando desde otimização de arquitetura para custos mais eficientes, até a análise e adoção de modelo de consumo ideal.
6. Sustentabilidade: E por fim o ‘irmão caçula’ dos pilares, que foi anunciado em 2021 e lançado em março de 2022. Esse pilar tem o foco exclusivo em como se pensa e planeja o workload para atender metas de sustentabilidade, e o impacto ambiental que ele gera. Isso inclui desde a escolha da região onde o workload se encontra, até mesmo utilização de metas para reduzir o impacto de energia e emissão de gas carbônico que ele (o workload) gera.

Lentes (Lens)

Lentes são divisões de análise do WA com foco específico em um modelo, em outras, palavras as lentes são segmentações técnicas para garantir uma análise mais eficiente.

Dentro da solução da AWS (WA Tool) já existe 4 (quatro) lentes padrões, contudo é totalmente possível e viável criar lentes de acordo com as necessidades do cliente/empresa.

A AWS mantem whitepapers de outras lentes (Well-Architected Lenses) onde se pode observar focos em IoT, HPC, Serviços Financeiros e etc.

Das 4 (quatro) padrões, o WA framework é obrigatório, e se pode adicionar outras lentes conforme a necessidade.

Well-Architected Tool

Fechado os principais pontos básicos do framework temos a parte ‘prática’, que é de fato a ferramenta que guia as perguntas e respostas das questões (atualmente com 58 questões, com mais de 300 itens ao todo).
Com o WA Tool, você é capaz de compartilhar seu review, criar novas lentes, e criar quantos workloads forem necessários para a conta, além de ser capaz de gera milestones para assim ter algo similar a um versionamento dos pontos analisados.

That’s all folks! Be Happy!!!

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Thiago Marques
Technical Account Manager
thiago.marques@darede.com.br

Technical Account Manager da Darede, formato em Rede de Computadores, e pós graduado em Segurança da Informação. Possui ampla experiência em Datacenters e Service Providers, além de ser um entusiasta em DevOps e mercado financeiro.

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