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Prepare-se para elevar seus projetos de armazenamento a um novo patamar com o Amazon S3 Express One Zone.

Data: 26/03/2024

Por Kauê Fernandes Braz

Amazon S3 Express One Zone

O Amazon S3 Express One Zone é uma novidade de armazenamento para quem busca alta performance. Quer saber como funciona? Acompanhe neste blog abaixo.

O que é?

O Amazon S3 Express One Zone é uma nova classe de armazenamento que foi provisionada para aplicações que precisam de alta performance, acesso aos dados em milissegundos. Comparado com o S3 Standard, o Express One Zone é 10x mais rápido, custo 50% menor de requisições de API e escala elasticamente para processar milhões de requisições por minuto. Para aumentar a performance, os recursos devem ser mantidos em uma mesma zona de disponibilidade e garantem que esta nova classe é voltada para uso com serviços como: 

  • Amazon SageMaker 
  • Amazon EMR 
  • Amazon Athena 
  • AWS Glue 
  • Amazon ECS 
  • AWS Lambda 
  • Amazon EC2 

Benefícios

  1. Velocidade Sem Precedentes: Oferece velocidades de acesso aos dados até 10 vezes mais rápidas do que a classe S3 Standard, com custos de solicitação 50% mais baixos, proporcionando um impulso significativo no desempenho.
  2.  Flexibilidade de Armazenamento: Elasticidade de desempenho semelhante a outras classes de armazenamento S3, permitindo escalonamento contínuo da capacidade de armazenamento conforme a demanda.
  3. Disponibilidade e Redundância: Projetada para uma disponibilidade de 99,95% numa única Zona de Disponibilidade, respaldada pelo Acordo de Nível de Serviço do Amazon S3. O armazenamento redundante em vários dispositivos garante acesso ininterrupto aos dados, mesmo diante de falhas simultâneas de dispositivos.
  4. Armazenamento Co-Localizado: Exclusivo do S3 Express One Zone, permite que os usuários escolham uma única Zona de Disponibilidade, maximizando a velocidade de acesso.
  5. Tipo de Bucket de Diretório: Introduz um novo tipo de bucket, o bucket de diretório do Amazon S3, otimizando a velocidade de acesso e suportando centenas de milhares de transações por segundo.

Demonstração

Para a criação de um S3 Express One Zone, há novas etapas de configurações a serem feitas durante a implementação de um novo bucket. Ao criar um bucket, selecione o Diretório como o Tipo de Bucket, esta opção usa o S3 Express One Zone.

Para otimizar a baixa latência, os objetos são armazenados em uma única AZ, então você precisa especificar a região e uma AZ e após a implementação do bucket o ID da AZ vai ser automaticamente incluso no sufixo do nome do bucket. Ao selecionar a AZ, reconheça que os dados podem ser perdidos em caso de interrupção da zona de disponibilidade, insira o nome do seu Bucket conforme as regras de nomenclatura e prossiga com a configuração.

Continuando com a configuração, quando selecionamos o diretório como tipo de bucket, algumas configurações não podem ser modificadas, por exemplo, a propriedade do objeto onde as ACLs são desabilitadas, o acesso público é bloqueado e a criptografia utilizada é de SSE-S3.

Contudo, com o bucket implementado, será possível realizar upload de suas pastas e arquivos para armazenamento. Entretanto, algumas features não são suportadas dentro do S3, como na parte de Propriedades do Bucket, que não podem ser alteradas e em permissões, onde só é possível alterar na política do bucket.

Conclusão

O S3 Express One Zone é uma classe inovadora de armazenamento divulgada durante o Re:Invent de 2023. Ela oferece velocidade e flexibilidade que superam a das outras classes de armazenamento, tornando-se uma escolha convincente para aplicações onde a minimização da latência é o ponto crucial. Se for utilizada para fluxos de trabalho interativos ou análises intensivas de dados, seus recursos exclusivos e benefícios de desempenho tornam esta classe uma peça valiosa ao armazenamento da aplicação na AWS.

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Kauê Braz Assistente de Infraestrutura em Nuvem.
kaue.braz@darede.com.br

Kauê Braz é formado em Técnico em Redes de Computadores pelo SENAI e atualmente cursa Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela FIAP. Ele possui as Certificações AWS: Cloud Practitioner, Solutions Architect Associate e Developer Associate.

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DNS e as dúvidas quando precisa hospedar uma aplicação – Parte 1

Será que agora vou saber o que estou fazendo quando crio aquela entrada TXT, ou CNAME quando sigo um procedimento? Se você está lendo esse nosso primeiro artigo, deve estar com aquela pulga atrás da orelha, aquele sentimento de: “Será que agora vou saber o que estou fazendo quando crio aquela entrada TXT, ou CNAME quando sigo um procedimento?”. Fique tranquilo, após a leitura, terá todos os conceitos práticos necessários para saber exatamente o que está fazendo quando tiver que realizar qualquer mudança no DNS. E provavelmente você deve ter tido aula (ou apenas passou na prova) em seu curso técnico ou universitário, mas na hora de pôr a mão na massa no DNS, prefere pedir para alguém ou seguir aquela ‘receitinha’. Vamos acabar com isso hoje! Todos que estão lendo devem saber para que serve DNS: traduzir nome para IP, para que usemos nomes e não IP em uma aplicação como browser, shell, cliente de e-mail ou qualquer outro software. Você verá que é muito mais que isso. E muitos devem ter visto (na apresentação do professor) o desenho abaixo: Esqueça ele, por enquanto. Provavelmente você nunca terá que se preocupar com esse conceito, para 99% dos profissionais de TI são dispensáveis, mesmo sendo o único que todo professor ensina =D! Primeiro, é importante entender a realidade em que o DNS foi feito e quais problemas ele tenta resolver. Abaixo uma lista de verdades que explicam muita coisa: DNS foi criado na década de 1980, quando os recursos computacionais eram muito mais limitados que hoje; Foi criado para o controle ser centralizado; E a carga maior ser descentralizada. O segundo conceito, importante, é: Existem dois tipos de servidores DNS: O que todos usam sempre, o DNS ‘Resolver’ e O que temos medo de mexer, o ‘SOA’. O Servidor Resolver (do inglês “Resolvedor”) é aquele que configuramos em nossa placa de rede (ou recebemos via DHCP). Usamos para resolver/consultar nomes DNS de qualquer domínio, para que possamos navegar na Internet ou fazer uso das nossas aplicações. Subir um servidor DNS é muito simples, o roteador WIFI que temos em casa quase sempre faz essa função de servidor DNS para nós. A nossa operadora sempre nos oferece ao menos 2 servidores DNS de consulta, para nosso uso da Internet contratada. Quando configuramos um Servidor Resolver? No roteador da nossa casa; Quando vamos compartilhar Internet em nossas impressoras (isso pode inclusive ajudar no desempenho quando fazemos cache, pois evita consulta na Internet de requisições repetidas). Já os servidores SOA são os servidores responsáveis por responder para Internet (para os servidores de Resolver) cada nome de nosso domínio para IPs. Por exemplo, o domínio darede.com.br que temos registrado para nosso uso, precisa de servidores SOA, também ao menos dois, para que possamos apontar entradas DNS como www, mail, smtp, etc, para os IPs onde essas aplicações rodam. Mas por que sempre ao menos dois? Nem vou responder Nosso servidor DNS de consulta pode verificar algum outro DNS de consulta, como os do provedor, ou resolver diretamente usando o protocolo WHOIS. Esse ai (WHOIS) foi outro que dá aquela dor no estômago quando vê né? Saaaabe o que é…. mas não sabe explicar? 😉 WHOIS é um protocolo utilizado principalmente para: “Informar aos servidores DNS Resolvers quem são os SOA de determinado domínio”. Aqui vem a sacada do DNS. Existem bilhares de entradas nos milhares de SOA, a IANA que controla a internet precisa apenas ter o controle de qual SOA reponde por cada domínio, enquanto nós ficamos responsáveis pelo SOA e suas centenas de entradas. Muitos devem conhecer, mas usando serviços como os abaixo, conseguimos saber quem (who is) o servidor SOA do domínio xpto.com.br, além de outras informações do mantenedor do domínio: registro.br who.is Comando Whois que pode ser instalado no Linux e Windows: Uma vez que o Servidor Resolver sabe quem manda no domínio (xpto.com.br), ele faz a consulta diretamente para o SOA. E agora a pergunta é: “Eu sei que você manda no domínio xpto.com.br. Quem é o www?” Então, o fluxo de uma consulta DNS no dia a dia da Internet fica o seguinte: Cliente pergunta a seu servidor DNS Resolver: “Qual IP de www.darede.com.br?” Servidor DNS Resolver 1, que tem encaminhamento para outro Servidor DNS Resolver (2), pergunta: “Qual IP de www.darede.com.br?” Servidor DNS Resolver 2, que não faz encaminhamento, utiliza o protocolo WHOIS para questionar: “Quem é o SOA de darede.com.br?” Com os IPs do SOA, o Servidor DNS Resolver 2 pergunta à um dos SOAs: Eu sei que você é SOA de darede.com.br, qual o IP de www?” Agora que o Servidor DNS Resolver 2 sabe o IP de www.darede.com.br, ele informa o cliente (ou ao Servidor DNS Resolver 1) qual é o IP e pode ou não configurar para cachear esse nome” Registrar: O Registrar é o órgão responsável por manter a concessão dos domínios usados na Internet. É ele quem configura o WHOIS Server de modo que os servidores DNS Resolvers possam ‘descobrir’ os SOAs de cada domínio. No Brasil, possuímos apenas um registrar, o registro.br, é nele que registramos o domínio para podermos usá-lo. Em outros países podem existir diversos Registrars, nos EUA, por exemplo, os provedores de hospedagem de sites são os próprios registrar. Já por aqui, no Brasil, os provedores de hospedagem de site fazem apenas o papel de SOA, servidor de e-mail, servidor de páginas web, etc. Agora que entendemos o fluxo das consultas DNS na Internet, sabemos que funciona assim, como abaixo: Os clientes consultam seu DNS Resolver procurando pelo IP de www.xpto.com.br; O WHOIS mantém os SOAs que respondem para cada domínio; O SOA mantém a tabela de nomes e IPs do domínio xpto.com.br; Os Servidores DNS Resolvers consultam WHOIS (Quem é) SOA de xpto.com.br; Os Servidores DNS Resolvers consultam ao SOA qual o IP de www.xpto.com.br; Cliente faz a requisição (HTTP, POP, SMTP, etc) ao IP de www.xpto.com.br Até então, falamos apenas de solução de nomes para IP, mas não existe apenas esse tipo de resposta.

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