CASES

A Tereos é um dos maiores grupos mundiais na produção de açúcar, etanol, amidos e proteína de trigo, com instalações industriais na Europa, Brasil, África e Ásia e muita proximidade com os mercados locais. No Brasil, a empresa está em as líderes na produção de açúcar, etanol e energia gerada a partir da biomassa da cana. As atividades comerciais, industriais e agrícolas do Grupo estão em constante expansão para atender os consumidores com o mesmo compromisso de qualidade em todos os polos operacionais.

O ponto de partida da Tereos foi a criação de uma cooperativa de destilarias por um grupo de agricultores em Origny, na região de Aisne, no norte da França. A fábrica processava 400 toneladas de beterraba-açucareira por dia e, 87 anos depois, o Grupo se tornou o segundo maior produtor mundial de açúcar. Atualmente, o Grupo Tereos [1] está presente em 15 países e conta com cerca de 15 mil colaboradores em unidades por todo o mundo.

A Darede, empresa parceira Premier AWS, conta com uma série de profissionais altamente capacitados, e por isso foi convidada para participar desse projeto. A experiência em migração e sustentação também foi um fator preponderante para o convite. (veja também o case de uso AppStream 2.0 da Monouso [6][7])  

O Desafio

Sabendo que em breve iria precisar de um esforço em trabalho e investimentos de atualização de seu parque de servidores físicos, devido à obsolescência natural de hardware e/ou renovação de contrato de suporte de hardware, a Tereos [1] iniciou em 2020 um trabalho de análise para levar o seu workload para a AWS [15], antes que esses investimentos precisassem ser realizados. As suas aplicações empresariais Sênior [5] estavam em execução em um ambiente de Microsoft Remote Desktop Services [4], acessadas via browser pelos usuários.

Assim, a Tereos [1] procurou, dentre as várias opções de serviços oferecidos na AWS [15], uma que atendesse as suas aplicações Sênior [5] sem realizar alterações no código e que funcionasse da mesma forma que hoje, por meio de aplicações entregues via Microsoft Remote Desktop Services [4]. Além disso, era de grande importância que fosse um serviço gerenciado pela AWS [15], de forma que a Tereos  [1] apenas se preocupasse com o software entregue aos usuários, e não com a infraestrutura que manteria o software em funcionamento. Isso causaria um impacto positivo na equipe de TI da Tereos [1] para que eles focassem no mais importante, as melhorias para o negócio, e reduzissem assim o tempo gasto em suporte na infraestrutura.

Outro fator importante é que a solução precisaria comportar os cerca de 100 usuários da ferramenta, de forma simultânea em horários de pico, e que reduzisse a capacidade em horários com pouco uso, de forma a reduzir o custo.

Dentre as premissas levantadas pela Tereos [1], era imprescindível que o serviço utilizado fosse seguro, estável, escalável e possuísse recursos para gestão da cópia de dados e impressão remota. Também foi levantada a necessidade de autenticação centralizada para gestão de usuários, uma vez que o serviço Microsoft Active Directory [6] era utilizado como solução de identidade.

Dessa forma, a Tereos [1] escolheu o AWS APPSTREAM 2.0 [3] para atender a todos os requisitos da aplicação e da empresa, sem impactar na configuração e modo de funcionamento atual da aplicação, ao mesmo tempo em que permite uma melhor eficiência e facilidade de escalonamento sem a limitação física de um ambiente on-premises.

O processo de configuração envolveu a preparação de uma imagem Microsoft Windows Server 2019 [9] no AWS APPSTREAM 2.0 [3] com todos os aplicativos fundamentais, garantindo que todos os usuários tivessem as mesmas configurações aplicadas de forma rápida e eficaz. Após a preparação da imagem padronizada, era necessário aplicar as permissões de acesso para grupos específicos, pois não eram todos os colaboradores que deviam ter acesso ao ambiente.

Desafios e pontos de atenção deste cenário:

  • Necessidade de controles de segurança contra upload ou download de informações não autorizadas;
  • Necessidade de mapeamento de impressoras;
  • Escalar rapidamente a capacidade disponível para atender o crescimento de uso por parte de usuários simultâneos;
  •  Utilização das aplicações sem a obrigação de instalar um cliente nas estações de trabalho dos usuários;
  • Time de suporte especializado para rápida resolução em caso de problemas, ou dúvidas e dificuldades técnicas por parte dos usuários.
  • Necessidade de manter as versões atuais da aplicação compatíveis com os demais sistemas (sem alterar código da aplicação para funcionamento em ambiente de nuvem, ou seja, AS-IS).
  • Possibilidade de permitir o acesso a usuários remotos, mesmo que sem conexão com a VPN, ao mesmo tempo em que se garante criptografia ponta-a-ponta e segurança com controle de acesso para usuários da empresa somente.

Abaixo uma descrição do ambiente da configuração do serviço de AWS AppStream 2.0 [3]:

  •  Instâncias AWS AppStream 2.0 [3] do tipo stream.standard.large;
  • Imagem base Windows Server 2019 [9];
  •  Amazon AWS IAM Identity Center [10].
  •  AWS AD Connector [11];
  •  Microsoft Active Directory [6];
  •  AWS EC2 [12].

 

A figura 1 é um diagrama macro da solução até então utilizada pela Tereos no ambiente de Microsoft Remote Desktop Services [4]:

Arquitetura e Implantação

Baseando-se nos elementos apontados acima, a Darede planejou e arquitetou o ambiente da Tereos [1] na AWS utilizando o AWS AppStream 2.0 [3]. Esta solução foi utilizada devido a sua robustez e também por ser uma ferramenta que atendesse aos requisitos apontados pelo negócio, tais como escalabilidade, performance e segurança. A Tereos [1] entendeu desde o princípio as limitações e desafios desse projeto, dado o pouco espaço de tempo disponível para que o ambiente estivesse completamente operacional.

A decisão foi alinhada aos diversos benefícios apresentados pela AWS e aos elementos que proporcionariam ao negócio um aumento expressivo de performance nas operações.

Abaixo estão as definições e funcionalidades da solução proposta para a Tereos [1], em execução na AWS:

  • Integração das imagens do AWS AppStream 2.0 [3] com o domínio do Active Directory, para que fosse possível a aplicação Sênior [5] acessar os dados e documentos no File Server da empresa de forma transparente aos usuários, assim como é hoje;
  • Integração do IAM Identity Center [10] com o Microsoft Active Directory [8] da Tereos, para que o sistema Sênior [5], pudesse ser acessado com os acessos dos usuários que tenham acesso ao Microsoft Active Directory [8] da empresa;
  • Criação de fleets [13] com capacidades adequadas para o trabalho dos departamentos;
  • Configuração das stacks [13] para que façam a validação dos usuários permitidos de acessar o serviço AWS AppStream 2.0 [3] no Microsoft Active Directory [8] da Tereos;
  • Configuração de regras de auto scaling diferentes para horários de pico, e horários de pouco uso, para garantir que os usuários sempre tivessem a aplicação disponível sem aguardar muito tempo nos horários em que mais precisassem. Ao mesmo tempo há um controle de gastos por manter disponível apenas o necessário, com um pouco de recursos adicionais nos horários de pico e horários de pouco uso.

A figura 2 é um diagrama macro da solução proposta para a Tereos, que busca descrever o ambiente final:

Dimensionamento de Recursos

O dimensionamento de recursos na AWS foi realizado inicialmente com base no consumo médio de memória e processamento de cada aplicação utilizada pelos colaboradores. Após testes iniciais de performance, o dimensionamento foi feito dentro da real necessidade de utilização, conforme informação de performance
reportadas pelos usuários, e com acompanhamento das instâncias disponibilizadas.

Para composição deste cenário, os seguintes serviços e funcionalidades AWS foram utilizados como solução proposta e apresentada para a Tereos:

  •  Direct Connect: Armazenar Capacidade de 1Gbps (Serviço já se encontrava implantado).
  •  AWS AppStream 2.0: Armazenar Foi criado um fleet com capacidade de até 140 usuários do tipo stream standard large, sem configuração de armazenar os dados utilizados na sessão para o usuário.
  • Região AWS: Hospedagem de serviços na região AWS São Paulo;
  • Autenticação: Dentro da região São Paulo
    foi utilizado o AWS AD Connector [11] que realiza a interface de comunicação
    com o ambiente Microsoft Active Directory [8] localizado em uma subnet da AWS.
  • Acesso: Configurado o IAM Identity Center [10], para realizar a autenticação com o Microsoft Active Directory [8] do cliente, por meio do AWS AD Connector [11]. Essa ferramenta foi importante para facilitar o gerenciamento e fornecer um link único de acesso para os usuários, além de controle de acesso ao AWS AppStream 2.0 [3] apenas para usuários que tenham sido liberados previamente, assim como controlar quais stacks e/ou aplicações eles podem acessar.

Modelo de Serviços AWS

Devido à característica de utilização das aplicações, tempo médio de uso, necessidade de rápido provisionamento de instâncias e melhor custo-benefício, optou-se pelo uso de fleet no modelo AlwaysOn [14].  O cliente optou por não correr o risco de ter instâncias da fleet desligadas por pouco uso, por características de uso da empresa quanto às aplicações migradas para a solução. Com base nestas informações, garantir uso instantâneo em horário comercial para a maioria dos usuários era primordial para a Tereos [1].

Resultado

Ao término do projeto, a Tereos [1] passou a contar com um ambiente seguro, estável e escalável para a aplicação Sênior [5]. Outro benefício foi a melhoria com testes que agora podem ser realizados de forma prévia e controlada em fleets e stacks [13], isoladas quando precisar ocorrer qualquer atualização na aplicação. Antes de disponibilizar as versões atualizadas aos usuários, agora há como testar extensivamente em um ambiente seguro e controlado, antes de atualizar as imagens das fleets e Stack [13] em produção. Além disso, a Tereos [1] agora conta com os benefícios da nuvem AWS [15] que permite a execução de suas aplicações de forma segura, escalável e resiliente. Com isso, a equipe da Tereos pode também se preocupar apenas com a gestão do sistema Sênior [5], enquanto a AWS [15] cuida de toda a infraestrutura em que a aplicação é executada, o que antes era feito pela equipe de TI da Tereos [1], pois havia a necessidade de gerenciar e manter operacional o Microsoft Remote Desktop Services [4]. Isso ajudou a Tereos [1] a direcionar os seus colaboradores de TI para outras funções dentro da empresa.

  • Escalabilidade: possibilidade de subir 10, 20, 50 ou mais instâncias AWS AppStream 2.0 [3] para os colaboradores em minutos, e aumentar ou reduzir a capacidade a qualquer momento;
  • Gestão de acessos centralizado: Os usuários com usuário e senha válidos no Microsoft Active Directory [8], e que tenham sido configurados, podem utilizar o serviço do AWS AppStream 2.0 [3] de forma rápida e segura;
  • Facilidade de acesso: Os colaboradores podem acessar a aplicação de forma instantânea a partir de seu próprio navegador, sem a necessidade de instalar clientes em suas estações de trabalho.
  • Conexão criptografada de ponta a ponta via serviço gerenciado AWS;
  • Infraestrutura gerenciada pela AWS [15];
  • Performance: Por estar em um ambiente em que o hardware é sempre atualizado e que se pode alterar o tamanho das instâncias a qualquer momento, há um aumento de performance por estar em execução em hardwares modernos, sem precisar se preocupar com grandes investimentos e atualizações de hardware em ambientes on-premises.
  • Usuários em Home Office podem acessar a aplicação sem o uso de VPN ao mesmo tempo em que se garante a segurança dos dados por impedir upload e download de dados para a estação do usuário, além de existir criptografia no tráfego dos dados.

Futuro

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