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Containers: o velho novo recurso de cloud

O conceito de container não é novo, mas com a escalada da tecnologia em cloud nas empresas, esse recurso acabou se popularizando. A causa disso pode se dar na capacidade de aumentar a agilidade e produtividade do time de desenvolvimento, através da possibilidade de executar aplicações em qualquer sistema operacional, trazendo um ar de inovação para a ferramenta.

Mas o que é um container?

Imagine uma caixa que contém todos os comandos, dependências e ferramentas necessárias para você criar e/ou implementar aplicações isoladamente. Tudo isso em um ambiente totalmente virtualizado e compartilhado com o kernel do servidor. Sem preocupações com sua infraestrutura e sistema operacional. Esse é o conceito básico de cloud containers. Esse recurso se baseia em um método padrão que é capaz de unir o código, as configurações e dependências de um aplicativo num único objeto. Assim permitindo realizar implantações de forma rápida e consistente.

Veja nossos especialistas explicando o conceito de containers

Benefícios de containers

Redução de custos — Essa é uma vantagem amplamente citada, mas ao utilizar cloud containers, auxilia sua empresa a manter uma infraestrutura enxuta, bem como elimina a necessidade de instalar e configurar sistemas operacionais evitando a necessidade de possuir profissionais apenas para essa tarefa e resultando em uma economia na mão de obra.
Disponibilidade — Conforme abordado anteriormente, ao utilizar cloud containers em seu ambiente, você não possui preocupações com seu sistema operacional, ou seja, ele elimina o problema de ‘isso não roda na minha máquina, pois ele permite a portabilidade entre sistemas operacionais e até em diferentes tipos de nuvem. Podendo ser implantado em qualquer lugar.
Processos otimizados — Esse outro benefício de cloud computing que é bastante propagado. Mas com a vantagem de não instalar e configurar o sistema operacional do seu sistema, a aplicação ganha o protagonismo, podendo ser trabalhada de forma isolada. Assim otimizando o tempo de sua equipe de TI.

Containers X Virtual Machines

Ao iniciar na nuvem, muitas pessoas podem confundir o conceito de containers com o de virtual machines. De fato, ambos possuem objetivos similares: criar e implementar aplicações e suas dependências de forma isolada para que possam ser executadas em qualquer sistema. Mas elas possuem diferenças práticas nos aspectos de suas arquiteturas, conforme pode ser visto na imagem a seguir:

Como é possível compreender, através da imagem acima, o uso de containers é uma forma ágil, leve e dinâmica, para construir e implantar aplicações de forma isolada, o que permite manter a estabilidade de seu ambiente, garantindo produtividade e excelência operacional.

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O que é EC2 Auto Scaling?

Um dos grandes benefícios da cloud computing é a confiabilidade. A possibilidade de aumentar e diminuir seu ambiente de TI, é ideal tanto para a estabilidade, uma vez que caso uma instância venha apresentar problemas, seu negócio terá outro servidor disponível em outra zona de disponibilidade. Quanto para reduzir os custos com a infraestrutura, já que em momentos de baixa demanda, é possível diminuir o número das instâncias, assim evitando gastos desnecessários com aquelas que estão ociosas.
Um bom exemplo de como a escalabilidade auxiliaria diretamente no desempenho de um serviço em uma empresa é o caso de uma livraria online que prometeu 10% de desconto para cada gol tomado pela seleção brasileira contra a Alemanha, em jogo da Copa do Mundo de 2014. O Brasil concedeu 7 gols e a loja virtual teve de oferecer 70% de desconto em todo o site. A promoção foi um sucesso, mas devido à demanda de acessos e negociações, a loja não aguentou e saiu do ar. Causando frustração dos consumidores e prejuízo para o negócio.

Mas, o que é EC2 Auto Scaling?

É aí que entra o conceito de EC2 Auto Scaling, que consiste em um serviço que garante o volume necessário de instâncias de forma automática com objetivo de manter o alto desempenho das aplicações hospedadas em cloud com o menor custo. Utilizando o EC2 Auto Scaling, seu negócio terá à disposição o número exato de instâncias, evitando ociosidade em tempos de baixa demanda e garantindo a estabilidade em picos de alto consumo. Voltando ao caso abordado anteriormente, essa ferramenta certamente faria com que a loja virtual suportasse a quantidade de acessos e negociações advindas da promoção do site. Além disso, é possível provisionar o número de instâncias a partir de uma política de estabilidade, indicando a capacidade máxima e mínima que seu ambiente trabalhará. O EC2 Auto Scaling irá ativar ou desativar as instâncias conforme a demanda da aplicação.

Veja nossa live sobre EC2 Auto Scaling!

Benefícios

Estabilidade e Alta disponibilidade – Havendo a possibilidade de utilizar o EC2 Auto Scaling em diversas zonas de disponibilidade da AWS, é possível ter mais estabilidade em no ambiente, assim caso uma zona fique indisponível pode-se ativar instâncias em outras zonas. Além disso, com esse serviço, há a possibilidade de substituir instâncias que não estejam em pleno funcionamento, assim encerrando aquela que apresenta alguma falha que poderia gerar instabilidade na aplicação.

Menos custos – Em todos os artigos sobre os benefícios de cloud computing nos negócios, a redução de gastos é apontada. Mas vamos trazer um exemplo prático de como essa vantagem pode ser apresentada. Imagine que sua empresa possui um servidor físico, caso sua demanda aumente em um curto espaço de tempo, talvez você tenha que adquirir outro servidor para garantir a estabilidade, assim trazendo mais custos. Mas caso haja uma grande redução na demanda, você terá servidores ociosos e custosos. Assim como os serviços de nuvem, o EC2 Auto Scaling trabalha no modelo on demand , ou seja, você pagará apenas pelas instâncias que utilizar, conseguindo assim, ter maior gerenciamento e planejamento nos gastos.

Confira um diagrama que explica melhor sobre esse conceito:

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O que é Disaster Recovery?

Ao longo do desenvolvimento de um negócio, muitos osbstáculos precisam ser ultrapassados. Mas por mais que existam estratégias de crescimento bem definidas, que possam trazer alguma previsibilidade para o futuro, fatores tanto externos quanto internos podem prejudicar o andamento do projeto. Principalmente no setor da tecnologia que em muitas ocasiões pode sofrer com falhas e vulnerabilidades. Resultando em problemas na infraestrutura e podendo causar grandes prejuízos nas empresas. De acordo com a pesquisa Global Data Protection Index – Cloud Environments 2020 promovida pela Dell Technologies 47% das empresas que tiveram algum problema em seu ambiente de TI. Como perda de dados ou ataques cibernéticos, por exemplo, tiveram complicações no desempenho de suas equipes. O que reforça a necessidade de possuir, além de um plano de contingência e redundância, uma estratégia de Disaster Recovery. Ideal para manter seu negócio online em caso de imprevistos.

O conceito de Disaster Recovery

Disaster Recovery (DR) consiste em uma série de ações que tem como objetivo recuperar dados e restaurar processos em caso de problemas eventuais. Podendo ser oriundos de crimes virtuais, falha humana ou até desastres naturais. Buscando sempre reestabelecer a normalidade com impacto mínimo e de forma ágil, tentando ao máximo preservar a produtividade da empresa.
Para que esse conceito seja eficaz em sua empresa será necessário traçar um plano de recuperação de desastres, ou Plano de Recuperação de Negócio (PCN), no qual mapeia todos os recursos de sua infraestrutura, analisa riscos, falhas ou vulnerabilidades que possam afetar o ambiente de TI de seu negócio. Além de criar uma estratégia definida que direcionará as medidas de recuperação de desastres a serem seguidas.

Veja nossa live sobre Disaster Recovery!

Após uma completa análise de riscos, são definidas duas métricas dentro da estratégia de Disaster Recovery. Sempre com o objetivo de diminuir o prejuízo de sua empresa em caso de imprevistos. O Recovery Time Objective (RTO), que se baseia na identificação do máximo período em que todo ambiente ou apenas alguma aplicação pode ficar indisponível, dependendo do tamanho da falha, por exemplo, 15 minutos ou 1 dia. E o Recovery Point Objective (RPO), que define uma quantidade mínima de informações que precisam ser recuperadas de modo a diminuir o impacto do incidente em seu negócio. Ou o quanto de informação o negócio aceita que seja perdida. Com essas definições, será possível saber com maior precisão de quanto tempo sua empresa necessitará para corrigir o problema.
Baseado nessas métricas, que são definidas em conjunto com a equipe de Tecnologia, adicionamos ao plano ações como ter servidores de backup. Além de ter um plano de backup para recuperar o ambiente em determinado tempo.

É importante ressaltar que o Disaster Recovery precisa ser visto como uma medida preventiva e recuperativa. Por isso é importante possuir uma estratégia bem detalhada para a recuperação de desastres. Devendo conter ferramentas que tem o objetivo de garantir a segurança dos dados de sua empresa. Bem como medidas que irão minimizar os riscos de falha humana que podem trazer vulnerabilidades em suas informações.

O advento do uso de Cloud Computing facilita muito a criação e eficiência de seu plano de Disaster Recovery. Pois além da facilidade de distribuição geográfica, é possível manter sua contingência desligada para alguns cenários, o que leva o custo com a infraestrutura redundante, próximo de zero. Uma vez que você paga apenas pelo que utilizar.

Assim será possível diminuir o perigo de ameaças contra seu ambiente de TI e por consequência evitar prejuízos.

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Cloud e Governo: O início da era da gestão pública digital

Tecnologia e setores do governo sempre pareceram ser antagônicos. Essa ideia vem basicamente de encontro com a burocracia que encontramos quando precisamos resolver algum problema relacionado a entidades governamentais como a Receita Federal ou o INSS. A relação entre a cloud computing e o governo ainda dá pequenos passos. Em comparação com países como Reino Unido, Canadá, Cingapura e Estados Unidos estamos bem atrás. E os números não nos ajudam neste quesito, de acordo com a última pesquisa da HDI AGOV feita sobre o assunto, indica que apenas 30% das instituições governamentais utilizam o cloud computing no Brasil. E o estudo considerou apenas a utilização de serviços de e-mail e ferramentas simples de escritório, como aplicativos de armazenamento em nuvem. Já área de infraestrutura, como processamento, armazenamento e rede, estamos bastante atrasados em relação aos avanços tecnológicos.

Cloud e Governo: as vantagens

A implementação da cloud computing tem inúmeras vantagens, como redução de custos, aumento da segurança, além de aceleração nos processos. A cloud computing também permite que os dados sejam atualizados e compartilhados instantaneamente nas diversas áreas governo no âmbito federal, estadual e municipal e assim será possível reduzir o tempo médio gasto no atendimento de cada cidadão, bem como na solicitação de serviços específicos, como por exemplo o auxílio emergencial dado pelo governo federal, em uma das medidas contra a pandemia. Outro benefício que a cloud traria para o setor público é a possibilidade de disponibilizar online serviços que anteriormente requeriam exclusivamente a presença física do cidadão, como a renegociação de dívidas ativas, por exemplo, reduzindo longas e demoradas filas e otimizando a produtividade da gestão pública.

Diante da pandemia do novo coronavirus a necessidade de realizar serviços remotos aumentou, uma vez que apesar de sermos impossibilitados de sair de casa, ainda precisamos de renovar documentos, regularizar situações fiscais, entre outras questões nas quais estamos acostumados a nos deslocar a sede de algum órgão governamental. Órgãos como os Departamentos Estaduais de Trânsito (Detran) buscaram se adaptar à nova realidade e aumentaram oferta de serviços online. Dentre eles estão a transferência de veículos, licenciamento e renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Com essa medida, além de evitar aglomerações em espaços públicos, processos foram otimizados, assim aumentando a satisfação da população.

Modernizar a gestão pública também é o desafio de nossos governantes, pois além da redução de custos, traz a satisfação pessoal dos cidadãos que terão acesso a serviços de melhor qualidade e com maior velocidade.
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SaaS, PaaS e IaaS: o que significa?

Quando falamos de Cloud Computing, pessoas iniciantes, ou leigas no assunto podem imaginar algo muito simples. Muitos limitam esse conceito em apenas um espaço de armazenamento de arquivos onde podem ser acessados em qualquer lugar. Mas na realidade, esse conceito é muito mais profundo, uma vez que nem toda nuvem é igual. Existem diversos tipos de serviços que tem como objetivo solucionar diferentes necessidades do usuário. Por isso é imprescindível conhecer as siglas SaaS, PaaS e IaaS.

SaaS – Software como serviço

Você tem algum e-mail certo? Ou usou o OneDrive para que o pendrive não te deixe na mão naquela apresentação importantíssima? Então você já utilizou o SaaS (Software as a Service). Ele é o serviço mais popular da cloud computing, pois é o que tem mais relação com o consumidor final. Essa modalidade de serviço da cloud se baseia no fato do usuário não precisar se preocupar com a sua instalação, manutenção ou atualização. A aplicação está pronta para uso e nela não é necessária a compra de licenças para a utilização, mas é possível contratar planos ou pacotes nos quais você paga o que consumir. Ele é um serviço altamente recomendado para todos os tipos de empresas.

PaaS – Plataforma como Serviço

Diferentemente do SaaS, o PaaS (Platform as a Service) traz para a empresa uma plataforma completa, envolvendo hardware, software e infraestrutura para o desenvolvimento, implantação e gerenciamento de uma aplicação própria. Aqui é contratado um ambiente no qual o time de desenvolvimento possui à sua disposição uma infraestrutura completa sem que sejam feitos investimentos custosos. Essa modalidade de serviço em cloud é voltada para empresas que visam desenvolver, testar e implementar aplicações de forma mais barata.

IaaS – Infraestrutura como serviço

O modelo de serviço IaaS (Infrastructure as a Service) é o mais popular para empresas que buscam mais autonomia na configuração e gerenciamento de suas aplicações. Aqui, é possível ter acesso a alguns recursos como processamento, memória, armazenamento, banco de dados, virtual machines , servidores, entre outros. O IaaS pode utilizar a nuvem pública, privada ou híbrida, e apresenta um modelo on-demand, que permite com que a empresa pague apenas pelo que usar. Pela escalabilidade que esse modelo traz, ele é ideal para lojas virtuais que possui picos de demanda por causa de datas comemorativas como o dia das mães e o natal, (Veja o Case ToK Stok). Serviços como Amazon Web Services (AWS), Microsoft Azure, Google Cloud Plataform, entre outros, disponibilizam o modelo IaaS.

Modelo de Responsabilidade Compartilhada AWS

A partir da escolha do serviço mais adequado ao seu negócio, e decidir realizar a migração para um ambiente como da AWS, é importante entender o modelo de responsabilidade compartilhada. Criada pela Amazon, essa matriz tem como foco trazer segurança e detalhar de quem é a responsabilidade em cada nível de serviço. Ou seja, definir até onde é dever da AWS e do cliente. Trago a seguir um exemplo de fácil entendimento: no modelo SaaS, é de competência do cliente inserir seus dados na aplicação e a AWS ficaria encargo do armazenamento destas informações num banco de dados.

Mas, qual a diferença?

Mesmo trazendo a definição de como cada serviço funciona, assim como a matriz de responsabilidade compartilhada da AWS, é possível ainda haver alguma confusão ao definir aquele que mais se adapta a sua necessidade. Por isso criamos um infográfico onde é possível entender a diferença entre SaaS, PaaS e IaaS.

No próximo artigo, o blog da Darede explicará a diferença entre nuvem híbrida, privada e pública. Veja mais artigos sobre cloud computing em nosso blog!

porque contratar uma consultoria

Porque contratar uma consultoria em cloud?

A transformação digital veio para ficar. Os ganhos com os avanços da tecnologia já se tornaram determinantes para o sucesso de um negócio. A redução de custos, otimização de processos, a segurança no gerenciamento e compartilhamento de dados são benefícios que a cloud computing pode oferecer para as empresas obterem mais e melhores resultados. Mas como garantir a migração perfeita que possa extrair o máximo desses benefícios que a cloud pode trazer para seu negócio? É aí que entra a importância da contratação de uma consultoria em cloud.

Só o fato de transferir seus dados para a nuvem não garante seu melhor funcionamento. É comum o ambiente em nuvem de empresas apresentarem problemas. Principalmente se a adoção de serviços cloud não tiver uma estratégia bem definida e seguindo as melhores práticas. Uma consultoria conta com vários tipos de auxílio, como profissionais treinados e certificados, conhecimentos específicos em segurança e redes, proximidade com o fornecedor de nuvem. Podendo assim ter total acesso aos benefícios que a cloud pode oferecer, como uma redução de custos de até 51%. Bem como um aumento de cerca de 68% em produtividade.

Quais são as vantagens de se contratar uma empresa de consultoria em cloud?

Economia

Ao contratar uma consultoria em cloud, além de sua empresa ter a disposição uma série de profissionais capacitados para analisar suas necessidades, essa equipe também apontará as melhores formas de obter o melhor custo-benefício para aprimorar seu setor de TI.

Planejamento

A implantação de um ambiente cloud em sua empresa necessita planejamento. A contratação de uma consultoria é vital para criar uma estratégia para não ter problemas nesse processo. Como migrar para AWS? Qual o melhor banco de dados? Qual é o melhor servidor em cloud para meu negócio? Essas questões uma consultoria irá te auxiliar.

Segurança

Um dos grandes benefícios da cloud computing é a segurança. Neste artigo em nosso blog trazemos mais informações de como é possível trazer mais segurança para sua empresa. E por isso esse deve ser um dos pontos importantes ao escolher uma empresa de consultoria em cloud, pois com uma implementação bem feita, falhas da segurança de seus dados serão evitadas.

Sua empresa sempre atualizada

Com os rápidos avanços da tecnologia, é sempre difícil ficar se atualizando e correndo atrás das tendências do mercado. E é por isso que é essencial ter ao seu lado uma consultoria em cloud, pois ela detém profissionais altamente capacitados que estão a par das mais recentes tendências e de como implementá-las em seu negócio!

Expertise

Com uma consultoria em cloud, sua empresa poderá ter acesso a profissionais com certificação das principais empresas de tecnologia do mundo (Google, Microsoft, AWS), e assim podendo ter a sua disposição alguém capaz de atender suas necessidades com excelência.

Foco e Dedicação

É muito comum em departamentos de TI, se focarem em demandas internas, além de entregas e operações. Assim não conseguindo concentrar toda sua atenção a um projeto de Cloud. Como consequência, temos projetos inacabados, ou que caminham de forma lenta e o pior, que são implantados com gaps técnicos o que acarreta problemas de segurança e performance, sem contar o alto custo que é gerado nessa situação. Com uma consultoria, seu negócio terá uma equipe focada e especializada em trazer soluções em cloud.

A Darede, é uma empresa de consultoria especialista em serviços de TI. Trazendo consigo um DNA jovem, descontraído e focado em resultados, a Darede busca agregar valor e obter os melhores resultados operacionais para nossos clientes. Em 7 anos de atuação, a Darede revolucionou os negócios de Cloud no Brasil atendendo grandes clientes do mercado. Além de firmar parceria com as maiores empresas do mercado de tecnologia. Somos parceiros Advanced da Amazon Web Services e Gold Partner em Cloud Productivity da Microsoft. Conte com a Darede para revolucionar seu negócio!

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Cloud e Saúde

Cloud e Saúde: A parceria que veio para ficar

Um dos setores que mais acompanham os avanços da tecnologia é o da saúde. As formas de marcar consultas, ou realizar exames não são as mesmas de 10 anos atrás. E esse é um mercado que está em constante crescimento, de acordo com pesquisa realizada pela consultoria Global Market Insights Inc. os investimentos em cloud saltarão de US$ 20 bilhões em 2018 para US$ 55 bilhões em 2025 no setor de healthcare. E esse investimento não está relacionado apenas ao avanço e popularização da tecnologia, mas também através da capacidade da cloud computing de otimizar os sistemas e processos, bem como a redução dos custos com manutenção de espaços físicos para o armazenamento de documentos.

Cloud e Saúde: as vantagens

Apesar deste cenário otimista, ainda em nosso país há um longo caminho a se percorrer, principalmente se nos referirmos a rede de saúde pública por meio do Sistema Único de Saúde, o SUS. De acordo com a última pesquisa da TIC Saúde, apenas 69% das Unidades Básicas de Saúde possuem um sistema eletrônico para registro de informações dos pacientes. Com investimentos em cloud computing seria possível desenvolver uma base de dados única na qual essas informações poderiam ser acessadas em qualquer lugar. Ou seja, imagine uma situação na qual um paciente é atendido num estabelecimento hospitalar e com apenas seu CPF, esta instituição consegue identificar todo seu histórico médico, assim diminuindo seu tempo de espera e conseguindo encontrar com maior assertividade o diagnóstico.

O desafio: Coronavírus

Com a pandemia do Coronavírus (COVID-19), a tecnologia em cloud entrou de vez no dia a dia de médicos e pacientes. Com os estabelecimentos hospitalares voltando totalmente suas atenções para o tratamento do vírus, a telemedicina apareceu como a opção mais viável para pessoas que precisavam de consultas de rotina durante a pandemia. E esse é um recurso que veio para ficar, uma vez que facilitaria e agilizaria atendimentos de baixa complexidade, nos quais não necessitaria obrigatoriamente o contato presencial, bem como a geração de receitas digitais.

A Darede, é empresa parceira Advanced da AWS, e oferece diversos serviços para empresas que desejam começar a usufruir dos benefícios da cloud computing, assim como aquelas que já utilizam a tecnologia e querem diminuir seus gastos e otimizar seus processos, tendo acesso às boas práticas da AWS por meio de um estudo amplo e especializado. Venha transformar sua empresa com a Darede!

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Conectando On-Premises na AWS

Conectando On-Premises na AWS via Direct Connect

Com a popularização da utilização dos serviços em Cloud, uma das maiores necessidades é fazer com que o ambiente On-Premises de uma empresa possa se conectar ao ambiente Nuvem. Com a finalidade de fazer um uso eficiente dos seus recursos. Pensando em alguns itens importantes nessa conectividade, temos a disponibilidade, o baixo custo, a velocidade de acesso à informação e a segurança dos dados.
Atualmente o uso desse acesso se dá através de um serviço baseado em internet chamado de VPN. Ele permite que, possamos manter uma conectividade entre a Cloud e o ambiente On-Premises conforme podemos ver no exemplo abaixo:

DESENHO 1 – CONECTIVIDADE CLOUD_ON-PREMISES VIA VPN

Utilizando esse método de conectividade, os dados que serão trafegados por essa tecnologia são criptografados e encaminhados via Link de Internet entre os ambientes. O que permite dizer que o tráfego está sendo enviado de forma segura. No entanto, a alta velocidade não é garantida, bem como a redundância. Já quando se trata dos links públicos da empresa, esses fatores são dependentes da qualidade do provedor que oferta essa conectividade, gerando uma certa dificuldade no gerenciamento e disponibilidade da informação via VPN.

Direct Connect

Para melhorarmos essa comunicação entre AWS Cloud e o On-Premises, a Amazon nos fornece uma opção de conectividade através de um serviço chamado Direct Connect. Ele utiliza uma conexão L2L via um Parceiro AWS (Links dedicados com a Equinix ou Tivit e compartilhado (hosted) com outras operadoras como Telium e Mundivox) para conectar esses ambientes, como se fosse uma extensão da rede interna do On-Premises para a AWS.
Conforme pode ser visto no desenho abaixo, provendo uma conexão dedicada, melhoramos o desempenho e aceleramos a transferência de dados com segurança e bom custo-benefício utilizando São Paulo e Rio de Janeiro como opções. Para locais mais afastados o custo pode ser maior.

DESENHO 2 – CONECTIVIDADE CLOUD_ON-PREMISES VIA DIRECT CONNECT

Basicamente, o Direct Connect é um link dedicado que conecta a AWS ao ambiente On-Premises. Após essa comunicação física estabelecida, as duas partes devem fazer o uso do protocolo dinâmico conhecido como BGP para estabelecer a sessão de divulgação dos blocos IPs, tanto da AWS quanto do ambiente On-Premises. Esse protocolo permite os filtros através das políticas de BGP que ajudam no bom funcionamento e gerenciamento do serviço.
Com esse modelo de conexão, que antes era utilizado para a comunicação via VPN, associamos o VGW, ou Virtual Private Gateway , ao Direct Connect. Assim o uso da VPN passa a ser redundante ao Direct Connect automaticamente através da prioridade do serviço pela AWS. Em caso de falha no serviço, a VPN assumirá o tráfego sem precisar de intervenção manual para o funcionamento, ou seja, aumentamos a disponibilidade, melhoramos a taxa de transferência, temos redundância na conectividade e mantemos a segurança do transporte da informação. Conforme mostra o desenho abaixo:

DESENHO 3 – CONECTIVIDADE CLOUD_ON-PREMISES VIA DIRECT CONNECT

Até então, esse cenário ainda é o mínimo requisitado para um bom uso do serviço de Direct Connect. Pois mantemos nossa redundância através da VPN, tendo como requisito para esse failover o uso da Internet. Todavia, para adotarmos as melhores práticas fornecidas pela AWS e no intuito de utilizar o serviço de forma mais eficiente e segura. É recomendado que o Direct Connect seja conectado entre AWS e On-Premises por duas conexões físicas distintas. Sendo, por exemplo uma conexão física entre AWS x Equinix-SP4 e uma outra AWS x TIVIT-SPO. Dessa forma temos uma redundância efetiva do serviço. Além de manter o mesmo padrão de funcionamento sem necessidade de acesso para a nuvem via Internet. Sendo assim, não só o desempenho, segurança e disponibilidade se mantém no mesmo nível. Como também, nesse caso, teremos resiliência:

DESENHO 4 – CONECTIVIDADE CLOUD_ON-PREMISES VIA DIRECT CONNECT REDUNDANTE

Como conclusão temos que, o Direct Connect é o serviço que aumenta não apenas a velocidade da sua conexão com a AWS. Consequentemente diminuindo a latência. Como também, se usado da maneira correta, proverá maior disponibilidade, resiliência, redundância e segurança da informação. Levando em consideração que no modelo de cobrança da AWS em cima de DTO (Data Transfer Out). Utilizando o serviço de Direct Connect a cobrança fica mais barata. Bem como o serviço se paga ao tempo de uso de dados que são utilizados por ele.

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Cloud e Educação: A tecnologia que revolucionou as escolas

Já não é mais possível dissociar a tecnologia da educação. Os alunos estão cada vez mais conectados, e as escolas não podem mais negar que a informação pode estar mais próxima do aluno. Quando bem utilizada, a tecnologia pode ser um fator determinante na forma de aprendizado dos estudantes. Assim como uma fórmula interessante de se evitar a evasão escolar. Uma vez que será possível transferir a sala de aula física para a digital.

A inclusão da tecnologia nas escolas também tem como objetivo atender a necessidade de preparar cada vez mais os alunos para a quarta revolução industrial. Onde a inteligência artificial, a internet das coisas (IoT), a linguagem computacional e a cloud computing estarão em destaque. Até por isso foi inventado o termo “Educação 4.0”. Dando sinais claros que os alunos não aprenderão da mesma forma que 10 ou 20 anos atrás. E é aí que entra a relação entre cloud e educação. Com ela podemos criar uma conexão entre professores e alunos muito além da sala de aula. Assim como um maior envolvimento, controle e segurança dos pais no acompanhamento da evolução de seus filhos na escola.

A implantação da cloud no setor educacional poderá trazer inúmeras vantagens tanto para as instituições quanto para alunos e seus pais. Pois permite uma gestão de dados mais eficiente e assim traz uma otimização na busca de informações privadas, bem como uma maior segurança no armazenamento. A utilização de bibliotecas virtuais, com materiais didáticos, e-books, e até a realização de atividades com o controle remoto dos professores também são benefícios trazidos pela cloud em ambiente escolar.

Coronavírus: uma nova realidade

Neste ano, devido a pandemia do novo coronavírus, as escolas tiveram que se adaptar a esta nova realidade da noite para o dia. De uma hora para outra, as instituições de ensino foram obrigadas a realizar investimentos em tecnologia para atender os alunos em casa. E assim não haver perdas no ano letivo. As aulas online e atividades remotas se tornaram parte da rotina dos alunos e certamente elas virão para ficar. Uma vez que todos deveremos estar preparados para caso aconteça algum novo evento deste tipo no futuro.

De acordo com Associação Brasileira de Educação a Distância, 9 milhões de estudantes optam pela modalidade EAD para aprender. E a sala de aula na nuvem traz uma revolução ao modelo de ensino tradicional. Pois permite o professor criar conteúdos mais ricos e personalizados. E assim os compartilhar de forma que o aluno possa acessar em qualquer dispositivo. Independentemente de estar em casa ou na sala de aula.

A Darede, parceira Advanced da Amazon Web Services (AWS), oferece soluções de Cloud Computing para instituições educacionais como: a administração de plataformas de ensino a distância, implementação de sistemas de gerenciamento e gestão, além de tecnologia de voz por meio de Alexa Skills. Conte com a Darede para revolucionar o método de ensino de sua instituição!

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06 tendências promissoras do Cloud Computing para 2019

Na Era dos Dados, o Cloud Computing tem tudo para continuar crescendo!

De acordo com a empresa de consultoria Gartner, é esperado que o mercado de serviços em nuvem cresça 17,3% neste ano. Movimentando mais de 200 bilhões de dólares.

Confira 06 tendências de cloud computing para 2019:

– Expansão dos investimentos das empresas. Serão necessários cada vez mais recursos para a manutenção da rede e para a atualização dos aplicativos de modo que se possa acompanhar a evolução do cloud computing.

– Uso de plataformas de inteligência artificial para processar grande quantidade de dados. Com a automação, os custos dos processos diminuem.

– Amadurecimento do uso de contêineres de aplicação, que são regiões isoladas da máquina hospedeira. Assim facilitando a organização de dados dentro da nuvem.

– Maior segurança de informações. Obtendo novos padrões de privacidade e proteção de dados.

– Aumento das nuvens híbridas: fazer a transição completa para a nuvem ainda é desafiador para muitas empresas, que estão optando por modelos híbridos para aproveitar o melhor de cada serviço.

– Crescimento de software como serviço (SaaS), o que permite pagar somente pelo uso, sendo uma opção mais acessível para pequenas e médias empresas.

Venha conversar conosco e descubra a solução em nuvem ideal para você!

Equipe Darede!