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Cloud Security: a segurança na nuvem

A segurança é um dos principais benefícios da tecnologia em cloud. Mas muitas pessoas ainda possuem grande desconfiança de como suas informações podem estar protegidas em um ambiente em cloud, algo justificável, uma vez que apesar de sua popularização, o uso de cloud computing ainda é relativamente novo. No entanto, não há nada o que se preocupar. Muito pelo contrário, uma infraestrutura em cloud possui uma segurança similar aos de servidores físicos, e de muitas outras estruturas. Além da vantagem de que em cloud não são necessários alguns gastos com manutenção e determinados serviços e soluções.

O que é segurança em cloud?

Muitos pensam que a segurança em cloud se baseia em dados criptografados, ou na simples proteção de informações trabalhadas em um ambiente. Mas é muito mais do que isso. Esse conceito consiste em um completo pacote de métodos, práticas e ações que buscam manter a confidencialidade, integridade e disponibilidade de sua estrutura. Aspectos muito similares a uma arquitetura física, aliada com os diversos benefícios econômicos, número de serviços e funcionalidades e de desempenho que a cloud computing pode oferecer.

Veja no canal da Darede nossas lives sobre segurança em cloud e compliance!

Provedores de serviços em cloud, como a Amazon Web Services, oferecem diversas ferramentas, como o AWS IAM, que tem a capacidade de gerenciar o acesso de usuários, o AWS Security Hub, que disponibiliza um centro unificado de conformidade e segurança, o Amazon GuardDuty que oferece um serviço de detecção de ameaças, além do Inspector que extrai relatórios de conformidade de segurança em sistemas operacionais Windows e Linux, entre outros.

Acesse o site da AWS e entenda todos os serviços de segurança da plataforma!

Matriz de Responsabilidades Compartilhadas

Mas apesar disso, o trabalho de manter um ambiente totalmente seguro não é apenas das plataformas. Os usuários também possuem responsabilidades através de um modelo de responsabilidade compartilhada em que as obrigações de se manter uma infraestrutura em cloud segura é dividida entre todos os envolvidos. O diagrama abaixo (matriz de responsabilidades compartilhadas) ilustra de formas gerais, como são divididas as responsabilidades da AWS e de quem usa AWS.

É importante ressaltar que essa matriz muda para diferentes tipos de serviço, por exemplo, quando se fala de um bancos de dados relacional gerenciado, para o RDS da AWS a responsabilidade sobre o Sistema Operacional é da AWS e não do cliente. Acompanhe mais detalhes sobre aqui.

Quais as principais vulnerabilidades de um ambiente em cloud?

Assim como qualquer sistema, um ambiente em cloud pode apresentar alguns problemas. O que reforça a necessidade de ferramentas como o Amazon GuardDuty, que permite a investigação de possíveis falhas e vulnerabilidades em sua infraestrutura. Mas existem alguns riscos que são capazes de proporcionar uma experiência ruim no uso da tecnologia em cloud. Práticas como a má configuração dos serviços, problemas no controle de acesso de dados, a criação ou o uso de APIs inseguras e a falta de uma estratégia de Disaster Recovery (confira o artigo no blog da Darede sobre esse conceito) podem deixar seu ambiente em cloud exposto a falhas e ameaças. Assim podendo gerar violação dos dados, sequestro de contas, falhas na estrutura, entre outras vulnerabilidades.

O que preciso observar antes de mudar para cloud?

Para tomar as melhores decisões no processo de migração para cloud, é preciso observar algumas questões. A principal delas, é a definição dos objetivos de sua empresa. Reduzir custos? Aumentar a produtividade? Aumentar a segurança? Após essa definição, é preciso entender as limitações de sua estrutura, empresas de consultoria, como a Darede, realizam uma análise completa de seu ambiente, apontando o melhor caminho para mirar para cloud. E por fim, entender como a tecnologia em cloud pode ajudar sua empresa atingir seus objetivos.

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Microsserviços

Conforme o uso de cloud computing começa a se popularizar, obtemos arquiteturas cada vez mais complexas, gerando a necessidade de atualizações frequentes e ágeis, por isso o conceito de microsserviços se tornam uma boa opção para se construir um ambiente em cloud. E essa abordagem tem se consolidado como o preferido entre as empresas de tecnologia, uma vez que de acordo com pesquisa da Kong, 84% das organizações entendem que arquiteturas em microsserviços representam um novo paradigma ao desenvolver aplicações e as utilizam em seus ambientes em cloud.

Mas, o que são microsserviços?

Imagine um quebra-cabeças. E cada peça é construída por pequenas equipes e de forma independente. Mas que juntas elas formam um conjunto unificado. Os microsserviços funcionam praticamente dessa forma. Eles são uma abordagem de arquitetura em que são realizados pequenos serviços de forma autônoma, mas que se comunicam entre si através de APIs ou outras tecnologias. A arquitetura baseada em microsserviços, podem trazer escalabilidade para o ambiente, entregas contínuas, resiliência, além oferecer a capacidade de desenvolver aplicações com maior velocidade, e tirar proveito dos constantes avanços tecnológicos.

Confira nossos especialistas falando sobre o conceito de microsserviços

Microsserviços X Monolito

A arquitetura monolítica é uma forma mais tradicional de desenvolver aplicações, pois ela trabalha em apenas um monolítico executável, ou seja, ao contrário da arquitetura em microsserviços, a equipe de TI trabalha em um processo único em que diversos módulos do sistema são executados em uma mesma máquina, assim compartilhando recursos de processamento, memória, bancos de dados e arquivos. Essa característica não anula a capacidade de se obter um ambiente totalmente escalável, porém neste caso toda a arquitetura será escalada. Mas as dependências de processos comprometem a disponibilidade de arquiteturas monolíticas, bem como um maior impacto no sistema em casos de falhas.

Com uma arquitetura em microsserviços é construída em blocos independentes podendo ser executados de forma autônoma. Fazendo com que possam ser corrigidos em casos de falhas de forma isolada e escalados do mesmo jeito em picos de demanda, assim trazendo flexibilidade de redução de custos para o ambiente. A partir da comunicação via APIs ou desacoplamento, a arquitetura de microsserviços também pode ser reaproveitada em múltiplas aplicações.
Como pode ser visto na imagem a seguir:

Assim como apresentada na imagem acima enquanto a arquitetura monolítica trabalha com todos os serviços em um único processo, os microsserviços podem ser divididos em diversos serviços e pequenas equipes de forma que facilite o desenvolvimento de uma aplicação em cloud.

Também é importante ressaltar que após anos de uso de arquiteturas com microsserviços, foram desenvolvidas uma série de boas práticas sobre como devemos implementá-las, por isso é imprescindível buscar um parceiro como a Darede que pode lhe guiar nesse universo.

Acompanhe outros artigos sobre o mundo da TI no blog da Darede!

O que é Open Banking?

2020 foi um ano muito importante para o setor bancário brasileiro. Dois sistemas que prometem mudar a forma de como nos relacionamos com os serviços bancários foram oferecidos. O primeiro é o PIX, a tecnologia de pagamentos instantâneos, que entrou em vigor no mês de novembro. E o Open Banking em que suas regras de funcionamento foram aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central (Bacen) e será implementado gradualmente ao longo de 2021. Esse sistema tem como objetivo trazer mais opções de produtos, com o menor custo, além de mais transparência para dar mais autonomia para a vida financeira para os usuários finais.

O que é Open Banking?

Imagine o momento em que você irá se cadastrar em algum site qualquer. Nele tem a opção de utilizar seus dados do Google ou de alguma rede social para realizar a ação, podendo ser seu nome, e-mail ou qualquer outra informação necessária. Assim podendo compartilhá-las para atingir o objetivo de acessar aquele site. O Open Banking funciona de maneira similar a esse processo. Esse conceito se baseia em um conjunto de regras e tecnologias que permitem o compartilhamento de serviços e dados de clientes entre instituições financeiras, tudo isso a partir do consentimento das pessoas.

Por exemplo, caso você tenha o interesse de contratar algum serviço bancário, como um empréstimo, é possível utilizar seu histórico em outros serviços utilizados em outra instituição para que você possa conseguir maiores limites e melhores taxas. Mesmo que o requerente não seja necessariamente correntista do banco. Assim deixando esse processo menos burocrático e mais simples para o usuário comum.

Confira a atuação da Darede no Banco Máxima!

Mas como cloud computing influencia no Open Banking?

O Open Banking irá trabalhar com uma enorme quantidade de dados. Para se ter uma ideia, as informações que serão compartilhadas são as mesmas que usam para abrir a conta em um banco. A tecnologia em cloud auxilia as instituições financeiras a operar e armazenar um grande volume de dados, bem como garantir a segurança e transparência nesse processo de compartilhamento de dados. Esse procedimento será feito de forma padronizada, por isso ele será feito através de APIs. Assim as instituições financeiras vão poder realizar essa troca de informações de forma rápida e segura.

A AWS possui serviços capazes de proporcionar um ambiente em cloud escalável e estável em que seja possível garantir que esse compartilhamento de dados sejam realizados de forma totalmente segura. Ferramentas que estão em conformidade com as principais regulações mundiais, como GDPR, FIPS 140–2 e FedRAMP, por exemplo. Cloud Computing também pode ajudar as instituições financeiras na adaptação da Lei Geral de Proteção de Dados, recém regulamentada pelo Governo Federal.

O conceito de Open Banking já é uma realidade em diversos países mundo afora, uma vez que o Reino Unido já trabalha com esse sistema desde 2018, a Índia vem dando seus primeiros passos. Enquanto países como os Estados Unidos, Canadá e Rússia ainda analisam formas de implementá-lo em seus sistemas bancários, já que o Open Banking não possui um formato específico. O Open Banking busca trazer autonomia para as instituições financeiras e liberdade para os clientes escolherem a melhor forma de se relacionar com elas.

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Microsoft Azure passa a faturar em Reais

A Microsoft anunciou nesta quinta-feira, 28, que, a partir do dia 1.º de março, irá adequar o valor dos serviços da plataforma Azure para o real. Com isso, o custo das ferramentas do Azure serão reajustadas em 21% para que seja possível alinhá-las aos preços praticados em dólar. Entretanto, a Microsoft garante que, mesmo com esse reajuste, os usuários do Azure que optarem pelo faturamento em real, o valor desses serviços continuará competitivos.

Com uma avaliação periódica do valor de seus produtos, a Microsoft busca garantir um alinhamento entre regiões e suas moedas, de forma que uma valorização ou desvalorização cambial não prejudique os usuários da plataforma, e esse reajuste é a prova disso.

Veja como as mudanças do faturamento do Azure afetam cada modalidade de contrato:

Contratos Enterprise

As empresas que possuem assinaturas do Contrato Enterprise, terão a proteção dos valores dos serviços já contratados. E ao adquirir novos recursos terão a vantagem de obter um preço base menor ou de um preço de mercado, dependendo da ferramenta. O que garante que se o preço de mercado for superior ao preço base, sua empresa não tenha um aumento expressivo nos custos dos serviços contratados.

Clientes no modelo Pay-as-You-Go

Os clientes do modelo Pay-as-you-go não possuem requisitos mínimos de compra e possuem custos altamente flexíveis. E para esses usuários, o valor dos serviços contratados serão reajustados de forma que se aliem aos preços praticados na moeda americana.

Azure in Cloud Solution Program (CSP)

Os preços dos serviços contratados pelos clientes do CSP no Brasil não serão faturados em real, por isso não serão afetados por essa mudança.

Programa Open Licensing

Assim como os usuários que adquirem os serviços do Azure através do modelo Pay-as-you-go, os clientes que integram o programa Open Licensing também terão um reajuste nas taxas de consumo, que a partir de 1.º de março, serão ajustados para se alinhar ao dólar.

Em caso de dúvidas entre em contato com a Darede! Nossos profissionais, especialistas em Microsoft, estarão prontos para sanar todas suas questões!
Mande um e-mail para: contato@darede.com.br

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Containers: o velho novo recurso de cloud

O conceito de container não é novo, mas com a escalada da tecnologia em cloud nas empresas, esse recurso acabou se popularizando. A causa disso pode se dar na capacidade de aumentar a agilidade e produtividade do time de desenvolvimento, através da possibilidade de executar aplicações em qualquer sistema operacional, trazendo um ar de inovação para a ferramenta.

Mas o que é um container?

Imagine uma caixa que contém todos os comandos, dependências e ferramentas necessárias para você criar e/ou implementar aplicações isoladamente. Tudo isso em um ambiente totalmente virtualizado e compartilhado com o kernel do servidor. Sem preocupações com sua infraestrutura e sistema operacional. Esse é o conceito básico de cloud containers. Esse recurso se baseia em um método padrão que é capaz de unir o código, as configurações e dependências de um aplicativo num único objeto. Assim permitindo realizar implantações de forma rápida e consistente.

Veja nossos especialistas explicando o conceito de containers

Benefícios de containers

Redução de custos — Essa é uma vantagem amplamente citada, mas ao utilizar cloud containers, auxilia sua empresa a manter uma infraestrutura enxuta, bem como elimina a necessidade de instalar e configurar sistemas operacionais evitando a necessidade de possuir profissionais apenas para essa tarefa e resultando em uma economia na mão de obra.
Disponibilidade — Conforme abordado anteriormente, ao utilizar cloud containers em seu ambiente, você não possui preocupações com seu sistema operacional, ou seja, ele elimina o problema de ‘isso não roda na minha máquina, pois ele permite a portabilidade entre sistemas operacionais e até em diferentes tipos de nuvem. Podendo ser implantado em qualquer lugar.
Processos otimizados — Esse outro benefício de cloud computing que é bastante propagado. Mas com a vantagem de não instalar e configurar o sistema operacional do seu sistema, a aplicação ganha o protagonismo, podendo ser trabalhada de forma isolada. Assim otimizando o tempo de sua equipe de TI.

Containers X Virtual Machines

Ao iniciar na nuvem, muitas pessoas podem confundir o conceito de containers com o de virtual machines. De fato, ambos possuem objetivos similares: criar e implementar aplicações e suas dependências de forma isolada para que possam ser executadas em qualquer sistema. Mas elas possuem diferenças práticas nos aspectos de suas arquiteturas, conforme pode ser visto na imagem a seguir:

Como é possível compreender, através da imagem acima, o uso de containers é uma forma ágil, leve e dinâmica, para construir e implantar aplicações de forma isolada, o que permite manter a estabilidade de seu ambiente, garantindo produtividade e excelência operacional.

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O que é EC2 Auto Scaling?

Um dos grandes benefícios da cloud computing é a confiabilidade. A possibilidade de aumentar e diminuir seu ambiente de TI, é ideal tanto para a estabilidade, uma vez que caso uma instância venha apresentar problemas, seu negócio terá outro servidor disponível em outra zona de disponibilidade. Quanto para reduzir os custos com a infraestrutura, já que em momentos de baixa demanda, é possível diminuir o número das instâncias, assim evitando gastos desnecessários com aquelas que estão ociosas.
Um bom exemplo de como a escalabilidade auxiliaria diretamente no desempenho de um serviço em uma empresa é o caso de uma livraria online que prometeu 10% de desconto para cada gol tomado pela seleção brasileira contra a Alemanha, em jogo da Copa do Mundo de 2014. O Brasil concedeu 7 gols e a loja virtual teve de oferecer 70% de desconto em todo o site. A promoção foi um sucesso, mas devido à demanda de acessos e negociações, a loja não aguentou e saiu do ar. Causando frustração dos consumidores e prejuízo para o negócio.

Mas, o que é EC2 Auto Scaling?

É aí que entra o conceito de EC2 Auto Scaling, que consiste em um serviço que garante o volume necessário de instâncias de forma automática com objetivo de manter o alto desempenho das aplicações hospedadas em cloud com o menor custo. Utilizando o EC2 Auto Scaling, seu negócio terá à disposição o número exato de instâncias, evitando ociosidade em tempos de baixa demanda e garantindo a estabilidade em picos de alto consumo. Voltando ao caso abordado anteriormente, essa ferramenta certamente faria com que a loja virtual suportasse a quantidade de acessos e negociações advindas da promoção do site. Além disso, é possível provisionar o número de instâncias a partir de uma política de estabilidade, indicando a capacidade máxima e mínima que seu ambiente trabalhará. O EC2 Auto Scaling irá ativar ou desativar as instâncias conforme a demanda da aplicação.

Veja nossa live sobre EC2 Auto Scaling!

Benefícios

Estabilidade e Alta disponibilidade – Havendo a possibilidade de utilizar o EC2 Auto Scaling em diversas zonas de disponibilidade da AWS, é possível ter mais estabilidade em no ambiente, assim caso uma zona fique indisponível pode-se ativar instâncias em outras zonas. Além disso, com esse serviço, há a possibilidade de substituir instâncias que não estejam em pleno funcionamento, assim encerrando aquela que apresenta alguma falha que poderia gerar instabilidade na aplicação.

Menos custos – Em todos os artigos sobre os benefícios de cloud computing nos negócios, a redução de gastos é apontada. Mas vamos trazer um exemplo prático de como essa vantagem pode ser apresentada. Imagine que sua empresa possui um servidor físico, caso sua demanda aumente em um curto espaço de tempo, talvez você tenha que adquirir outro servidor para garantir a estabilidade, assim trazendo mais custos. Mas caso haja uma grande redução na demanda, você terá servidores ociosos e custosos. Assim como os serviços de nuvem, o EC2 Auto Scaling trabalha no modelo on demand , ou seja, você pagará apenas pelas instâncias que utilizar, conseguindo assim, ter maior gerenciamento e planejamento nos gastos.

Confira um diagrama que explica melhor sobre esse conceito:

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O que é Disaster Recovery?

Ao longo do desenvolvimento de um negócio, muitos osbstáculos precisam ser ultrapassados. Mas por mais que existam estratégias de crescimento bem definidas, que possam trazer alguma previsibilidade para o futuro, fatores tanto externos quanto internos podem prejudicar o andamento do projeto. Principalmente no setor da tecnologia que em muitas ocasiões pode sofrer com falhas e vulnerabilidades. Resultando em problemas na infraestrutura e podendo causar grandes prejuízos nas empresas. De acordo com a pesquisa Global Data Protection Index – Cloud Environments 2020 promovida pela Dell Technologies 47% das empresas que tiveram algum problema em seu ambiente de TI. Como perda de dados ou ataques cibernéticos, por exemplo, tiveram complicações no desempenho de suas equipes. O que reforça a necessidade de possuir, além de um plano de contingência e redundância, uma estratégia de Disaster Recovery. Ideal para manter seu negócio online em caso de imprevistos.

O conceito de Disaster Recovery

Disaster Recovery (DR) consiste em uma série de ações que tem como objetivo recuperar dados e restaurar processos em caso de problemas eventuais. Podendo ser oriundos de crimes virtuais, falha humana ou até desastres naturais. Buscando sempre reestabelecer a normalidade com impacto mínimo e de forma ágil, tentando ao máximo preservar a produtividade da empresa.
Para que esse conceito seja eficaz em sua empresa será necessário traçar um plano de recuperação de desastres, ou Plano de Recuperação de Negócio (PCN), no qual mapeia todos os recursos de sua infraestrutura, analisa riscos, falhas ou vulnerabilidades que possam afetar o ambiente de TI de seu negócio. Além de criar uma estratégia definida que direcionará as medidas de recuperação de desastres a serem seguidas.

Veja nossa live sobre Disaster Recovery!

Após uma completa análise de riscos, são definidas duas métricas dentro da estratégia de Disaster Recovery. Sempre com o objetivo de diminuir o prejuízo de sua empresa em caso de imprevistos. O Recovery Time Objective (RTO), que se baseia na identificação do máximo período em que todo ambiente ou apenas alguma aplicação pode ficar indisponível, dependendo do tamanho da falha, por exemplo, 15 minutos ou 1 dia. E o Recovery Point Objective (RPO), que define uma quantidade mínima de informações que precisam ser recuperadas de modo a diminuir o impacto do incidente em seu negócio. Ou o quanto de informação o negócio aceita que seja perdida. Com essas definições, será possível saber com maior precisão de quanto tempo sua empresa necessitará para corrigir o problema.
Baseado nessas métricas, que são definidas em conjunto com a equipe de Tecnologia, adicionamos ao plano ações como ter servidores de backup. Além de ter um plano de backup para recuperar o ambiente em determinado tempo.

É importante ressaltar que o Disaster Recovery precisa ser visto como uma medida preventiva e recuperativa. Por isso é importante possuir uma estratégia bem detalhada para a recuperação de desastres. Devendo conter ferramentas que tem o objetivo de garantir a segurança dos dados de sua empresa. Bem como medidas que irão minimizar os riscos de falha humana que podem trazer vulnerabilidades em suas informações.

O advento do uso de Cloud Computing facilita muito a criação e eficiência de seu plano de Disaster Recovery. Pois além da facilidade de distribuição geográfica, é possível manter sua contingência desligada para alguns cenários, o que leva o custo com a infraestrutura redundante, próximo de zero. Uma vez que você paga apenas pelo que utilizar.

Assim será possível diminuir o perigo de ameaças contra seu ambiente de TI e por consequência evitar prejuízos.

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Cloud e Governo: O início da era da gestão pública digital

Tecnologia e setores do governo sempre pareceram ser antagônicos. Essa ideia vem basicamente de encontro com a burocracia que encontramos quando precisamos resolver algum problema relacionado a entidades governamentais como a Receita Federal ou o INSS. A relação entre a cloud computing e o governo ainda dá pequenos passos. Em comparação com países como Reino Unido, Canadá, Cingapura e Estados Unidos estamos bem atrás. E os números não nos ajudam neste quesito, de acordo com a última pesquisa da HDI AGOV feita sobre o assunto, indica que apenas 30% das instituições governamentais utilizam o cloud computing no Brasil. E o estudo considerou apenas a utilização de serviços de e-mail e ferramentas simples de escritório, como aplicativos de armazenamento em nuvem. Já área de infraestrutura, como processamento, armazenamento e rede, estamos bastante atrasados em relação aos avanços tecnológicos.

Cloud e Governo: as vantagens

A implementação da cloud computing tem inúmeras vantagens, como redução de custos, aumento da segurança, além de aceleração nos processos. A cloud computing também permite que os dados sejam atualizados e compartilhados instantaneamente nas diversas áreas governo no âmbito federal, estadual e municipal e assim será possível reduzir o tempo médio gasto no atendimento de cada cidadão, bem como na solicitação de serviços específicos, como por exemplo o auxílio emergencial dado pelo governo federal, em uma das medidas contra a pandemia. Outro benefício que a cloud traria para o setor público é a possibilidade de disponibilizar online serviços que anteriormente requeriam exclusivamente a presença física do cidadão, como a renegociação de dívidas ativas, por exemplo, reduzindo longas e demoradas filas e otimizando a produtividade da gestão pública.

Diante da pandemia do novo coronavirus a necessidade de realizar serviços remotos aumentou, uma vez que apesar de sermos impossibilitados de sair de casa, ainda precisamos de renovar documentos, regularizar situações fiscais, entre outras questões nas quais estamos acostumados a nos deslocar a sede de algum órgão governamental. Órgãos como os Departamentos Estaduais de Trânsito (Detran) buscaram se adaptar à nova realidade e aumentaram oferta de serviços online. Dentre eles estão a transferência de veículos, licenciamento e renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Com essa medida, além de evitar aglomerações em espaços públicos, processos foram otimizados, assim aumentando a satisfação da população.

Modernizar a gestão pública também é o desafio de nossos governantes, pois além da redução de custos, traz a satisfação pessoal dos cidadãos que terão acesso a serviços de melhor qualidade e com maior velocidade.
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SaaS, PaaS e IaaS: o que significa?

Quando falamos de Cloud Computing, pessoas iniciantes, ou leigas no assunto podem imaginar algo muito simples. Muitos limitam esse conceito em apenas um espaço de armazenamento de arquivos onde podem ser acessados em qualquer lugar. Mas na realidade, esse conceito é muito mais profundo, uma vez que nem toda nuvem é igual. Existem diversos tipos de serviços que tem como objetivo solucionar diferentes necessidades do usuário. Por isso é imprescindível conhecer as siglas SaaS, PaaS e IaaS.

SaaS – Software como serviço

Você tem algum e-mail certo? Ou usou o OneDrive para que o pendrive não te deixe na mão naquela apresentação importantíssima? Então você já utilizou o SaaS (Software as a Service). Ele é o serviço mais popular da cloud computing, pois é o que tem mais relação com o consumidor final. Essa modalidade de serviço da cloud se baseia no fato do usuário não precisar se preocupar com a sua instalação, manutenção ou atualização. A aplicação está pronta para uso e nela não é necessária a compra de licenças para a utilização, mas é possível contratar planos ou pacotes nos quais você paga o que consumir. Ele é um serviço altamente recomendado para todos os tipos de empresas.

PaaS – Plataforma como Serviço

Diferentemente do SaaS, o PaaS (Platform as a Service) traz para a empresa uma plataforma completa, envolvendo hardware, software e infraestrutura para o desenvolvimento, implantação e gerenciamento de uma aplicação própria. Aqui é contratado um ambiente no qual o time de desenvolvimento possui à sua disposição uma infraestrutura completa sem que sejam feitos investimentos custosos. Essa modalidade de serviço em cloud é voltada para empresas que visam desenvolver, testar e implementar aplicações de forma mais barata.

IaaS – Infraestrutura como serviço

O modelo de serviço IaaS (Infrastructure as a Service) é o mais popular para empresas que buscam mais autonomia na configuração e gerenciamento de suas aplicações. Aqui, é possível ter acesso a alguns recursos como processamento, memória, armazenamento, banco de dados, virtual machines , servidores, entre outros. O IaaS pode utilizar a nuvem pública, privada ou híbrida, e apresenta um modelo on-demand, que permite com que a empresa pague apenas pelo que usar. Pela escalabilidade que esse modelo traz, ele é ideal para lojas virtuais que possui picos de demanda por causa de datas comemorativas como o dia das mães e o natal, (Veja o Case ToK Stok). Serviços como Amazon Web Services (AWS), Microsoft Azure, Google Cloud Plataform, entre outros, disponibilizam o modelo IaaS.

Modelo de Responsabilidade Compartilhada AWS

A partir da escolha do serviço mais adequado ao seu negócio, e decidir realizar a migração para um ambiente como da AWS, é importante entender o modelo de responsabilidade compartilhada. Criada pela Amazon, essa matriz tem como foco trazer segurança e detalhar de quem é a responsabilidade em cada nível de serviço. Ou seja, definir até onde é dever da AWS e do cliente. Trago a seguir um exemplo de fácil entendimento: no modelo SaaS, é de competência do cliente inserir seus dados na aplicação e a AWS ficaria encargo do armazenamento destas informações num banco de dados.

Mas, qual a diferença?

Mesmo trazendo a definição de como cada serviço funciona, assim como a matriz de responsabilidade compartilhada da AWS, é possível ainda haver alguma confusão ao definir aquele que mais se adapta a sua necessidade. Por isso criamos um infográfico onde é possível entender a diferença entre SaaS, PaaS e IaaS.

No próximo artigo, o blog da Darede explicará a diferença entre nuvem híbrida, privada e pública. Veja mais artigos sobre cloud computing em nosso blog!

porque contratar uma consultoria

Porque contratar uma consultoria em cloud?

A transformação digital veio para ficar. Os ganhos com os avanços da tecnologia já se tornaram determinantes para o sucesso de um negócio. A redução de custos, otimização de processos, a segurança no gerenciamento e compartilhamento de dados são benefícios que a cloud computing pode oferecer para as empresas obterem mais e melhores resultados. Mas como garantir a migração perfeita que possa extrair o máximo desses benefícios que a cloud pode trazer para seu negócio? É aí que entra a importância da contratação de uma consultoria em cloud.

Só o fato de transferir seus dados para a nuvem não garante seu melhor funcionamento. É comum o ambiente em nuvem de empresas apresentarem problemas. Principalmente se a adoção de serviços cloud não tiver uma estratégia bem definida e seguindo as melhores práticas. Uma consultoria conta com vários tipos de auxílio, como profissionais treinados e certificados, conhecimentos específicos em segurança e redes, proximidade com o fornecedor de nuvem. Podendo assim ter total acesso aos benefícios que a cloud pode oferecer, como uma redução de custos de até 51%. Bem como um aumento de cerca de 68% em produtividade.

Quais são as vantagens de se contratar uma empresa de consultoria em cloud?

Economia

Ao contratar uma consultoria em cloud, além de sua empresa ter a disposição uma série de profissionais capacitados para analisar suas necessidades, essa equipe também apontará as melhores formas de obter o melhor custo-benefício para aprimorar seu setor de TI.

Planejamento

A implantação de um ambiente cloud em sua empresa necessita planejamento. A contratação de uma consultoria é vital para criar uma estratégia para não ter problemas nesse processo. Como migrar para AWS? Qual o melhor banco de dados? Qual é o melhor servidor em cloud para meu negócio? Essas questões uma consultoria irá te auxiliar.

Segurança

Um dos grandes benefícios da cloud computing é a segurança. Neste artigo em nosso blog trazemos mais informações de como é possível trazer mais segurança para sua empresa. E por isso esse deve ser um dos pontos importantes ao escolher uma empresa de consultoria em cloud, pois com uma implementação bem feita, falhas da segurança de seus dados serão evitadas.

Sua empresa sempre atualizada

Com os rápidos avanços da tecnologia, é sempre difícil ficar se atualizando e correndo atrás das tendências do mercado. E é por isso que é essencial ter ao seu lado uma consultoria em cloud, pois ela detém profissionais altamente capacitados que estão a par das mais recentes tendências e de como implementá-las em seu negócio!

Expertise

Com uma consultoria em cloud, sua empresa poderá ter acesso a profissionais com certificação das principais empresas de tecnologia do mundo (Google, Microsoft, AWS), e assim podendo ter a sua disposição alguém capaz de atender suas necessidades com excelência.

Foco e Dedicação

É muito comum em departamentos de TI, se focarem em demandas internas, além de entregas e operações. Assim não conseguindo concentrar toda sua atenção a um projeto de Cloud. Como consequência, temos projetos inacabados, ou que caminham de forma lenta e o pior, que são implantados com gaps técnicos o que acarreta problemas de segurança e performance, sem contar o alto custo que é gerado nessa situação. Com uma consultoria, seu negócio terá uma equipe focada e especializada em trazer soluções em cloud.

A Darede, é uma empresa de consultoria especialista em serviços de TI. Trazendo consigo um DNA jovem, descontraído e focado em resultados, a Darede busca agregar valor e obter os melhores resultados operacionais para nossos clientes. Em 7 anos de atuação, a Darede revolucionou os negócios de Cloud no Brasil atendendo grandes clientes do mercado. Além de firmar parceria com as maiores empresas do mercado de tecnologia. Somos parceiros Advanced da Amazon Web Services e Gold Partner em Cloud Productivity da Microsoft. Conte com a Darede para revolucionar seu negócio!

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